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RBW cresce para o Sul do País

sexta-feira, outubro 30, 2009
posted by Junior 8:08 AM

logoconexamsnUma boa estratégia de conteúdo para os segmentos de mobilidade e redes sociais já faz parte de qualquer ação de comunicação.

Pensando em compor ações inovadoras e dar mais capilaridade à empresa, a RBW firmou parceria, este  mês, com a Conexa Tecnologias de Informação e Interação, sediada em Curitiba – PR.

A empresa que atende players do segmento educacional e entidades ligadas ao setor da construção civil,  trabalhará na prospecção de novos clientes e estruturação de campanhas de marketing de conteúdo para as mídias sociais.

Uma boa estratégia de conteúdo implica em trabalhar a marca com foco no consumidor e em como ele se relaciona na rede, sempre fornecendo informações relevantes, práticas e que façam sentido no exercício diário de navegação na WEB.

Para obter  sucesso e receitas, as empresas precisam cada vez mais focar em redefinir os propósitos de conteúdos  de suas marcas e qual a mensagem que devem passar aos consumidores, entendendo o cliente e sua forma de consumir, bem como formando-o para a compra.

As jornalistas Christiane Atta e Fabiane Ribas, com larga experiência em veículos e assessoria de imprensa corporativa, trabalham as tendências deste segmento, com conteúdos estratégicos, de forma  a dar visibilidade aos projetos multiplataforma.

Christiane Pires Atta, formada em Comunicação Social – Jornalismo (1988) e pós-graduada em Design de Internet pela Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), atuou em diferentes projetos envolvendo tecnologias de informação, comunicação e interação. Trabalhou nos principais jornais de Brasília-DF e Curitiba, Correio Braziliense e Gazeta do Povo, respectivamente.  Desenvolveu atividades relacionadas à assessoria de
imprensa e criação de ambientes web para organismos internacionais, como o Unicef e PNUD, ONGs e instituições da iniciativa privada e  governo, sempre envolvendo ações de comunicação, colaboração e disseminação de informações.

email: christiane@conexacomunicacao.com.br

Fabiane Ribas, formada em Comunicação Social – Jornalismo (1999), pós-graduada em Língua e Gramática (2004), atuou por 5 anos no jornal diário Correio do Povo, em SC. No Paraná, efetuou assessoria de imprensa nacional e estadual para clientes de diversos ramos. Foi assessora de imprensa nacional do IESDE Brasil. Durante 7 anos, efetuou assessoria de comunicação para associações de classe empresarial e comunicação  interna para empresas associadas, indústrias e agências de turismo.

email: fabiane@conexacomunicacao.com.br

Parceria entre RBW e Noix promete revolucionar campanha na internet para 2010

quinta-feira, setembro 24, 2009
posted by Junior 10:25 PM

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Uma parceria entre a RBW e a empresa Noix, pretende revolucionar as campanhas eleitorais de 2010 na internet. Há sete anos a RBW vêm trabalhando em campanhas eleitorais na web e conhece bem o mercado político e as mídias sociais, atuando com sucesso na campanha on-line de 2006 do atual Governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, na elaboração de uma rede social vertical para o Partido Popular Socialista (PPS), nas eleições de conselheiros do Conselho Federal de Medicina (CFM), entre outros. Já a Noix, é expert em soluções de desenvolvimento web e na implementação de novas ferramentas para web 2.0. Conta com clientes como Petrobrás e PUC Campinas, e atua em diversos segmentos. 

A idéia é unir a força das duas empresas para lançar ferramentas criativas e inovadoras para serem utilizadas nas próximas eleições. 

Com as novas regras da reforma eleitoral aprovadas pelas casas do Congresso, nos dias 15 e 16 de setembro, respectivamente pelo Senado e pela Câmara dos Deputados, fica “livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato por meio da rede mundial” e os candidatos poderão utilizar ferramentas como blogs, twitter, messenger e orkut, entre outros para fazer campanhas eleitorais. A única restrição é quanto aos debates entre candidatos na web, que devem cumprir as regras da TV e do rádio. No caso das doações, por exemplo, os candidatos poderão receber doações por meio de boletos bancários, cartões de débito ou de crédito e transferências bancárias. 

Segundo o sócio diretor da RBW, Walder de Miranda Junior, as ferramentas que serão desenvolvidas vão beneficiar os candidatos na relação com os eleitores. 

“A parceria da RBW e da Noix vai permitir a criação de ferramentas que auxiliam na divulgação, arrecadação de recursos, mobilização e disseminação das informações em todas as mídias sociais, criando uma identidade e uma aproximação entre candidatos e eleitores” apontou. 

Acredite na web: Tudo certo! Ou quase tudo…

quinta-feira, setembro 17, 2009
posted by Junior 9:52 AM

acredite_na_web_n7As duas Casas Legislativas liberaram a campanha em blogs e redes sociais. Os candidatos poderão usar a internet para fazer propaganda ou para arrecadar recursos, inclusive por meio de cartão de crédito. Entretanto, a Câmara manteve a proibição à propaganda paga de candidatos na web, que o Senado havia liberado para os presidenciáveis.

Outra emenda do Senado aprovada permite a propaganda eleitoral gratuita na internet – seja em site eleitoral, blog ou outros meios eletrônicos de comunicação – nas 48 horas que antecedem o pleito ou nas 24 horas posteriores. A proibição existe no Código Eleitoral para a propaganda nas rádios, na televisão, em comícios ou em reuniões públicas. Até as últimas eleições, os candidatos só poderiam manter sites no domínio “.can.br” e precisavam retirar a página do ar 48 horas antes das eleições.

Fonte: Redação TERRA

Ééééé pessoal, PT e PMDB já estão bem avançados (Estúdios, produtoras, WEBTV, rádioweb, centros de disseminação de informação etc), DEM e PSDB se organizando (não encontrei o link para a matéria no site amigável do Correio Braziliense, mas é “Campanha Multimídia”, na seção Eleições) … Será que a internet brasileira se comportará da mesma forma que se comportou nas eleições americanas, onde Obama soube utilizar todo o poder democrático e viral da internet? Espero responder isso na prática, como eleitor e (sem ou) responsável por alguns cases de sucesso.

10 anos para corrigir os rumos da campanha política online

sexta-feira, junho 26, 2009
posted by lairson 6:51 PM

Em 2010 completaremos 10 anos desde que as campanhas políticas foram previstas e reguladas pelo TSE. De lá pra cá, exceto pela última resolução, nunca tivemos um avanço tão significativo nos textos da proposta, como a que está sendo colocada em pauta na próxima semana, no Congresso Nacional.  Caso seja aprovada, a próxima campanha online será muito mais interessante.


2000 – Internet prevista na resolução eleitoral

Muitos entusiastas que acreditavam no potencial da Internet como mídia de massa comemoraram quando, em 2000,  pela primeira vez não só foi previsto o uso de sites de campanha como foi disponibilizado gratuitamente o domínio can.br para uso exclusivo na campanha. Pronto. O uso da Internet estava regulamentado em resolução eleitoral. Era o início de um sonho de que a rede poderia ser usada para debater idéias diretamente com eleitores, alinhando as necessidades da população às propostas de governo dos candidatos, de forma muito mais barata e eficiente, reduzindo ao máximo o desgaste que as campanhas eleitorais tradicionais causam aos candidatos e à população.
Naquele momento, por provável desconhecimento da ”nova forma de fazer campanha” a web foi encarada apenas como mais um meio de divulgação de campanha e usada de forma muito tímida pelos candidatos que insistiam na mídia tradicional – receita consagrada para garantir eleições numa época em que o financiamento de campanha era diretamente proporcional às chances de vitória nas urnas. Foram 590 domínios .can.br registrados em todo o País.

2004 – Web 2.0 promove ações de campanha fora do website oficial de campanha

Em 2004 alguns políticos já esboçavam suas primeiras experiências de campanha online fora dos limites “oficiais” de seus sites sem ser atormentados pela resolução eleitoral, já que a Justiça eleitoral não estava atenta à revolução da web colaborativa, popularizada no Brasil com o Orkut.

A partir daí, a Internet começava a ser melhor percebida. Candidatos desconectados sem site faziam releituras da resolução em busca de informações que pudessem desabonar as ações web de seus adversários.

O principal motivo de discórdia que me recordo era sobre a interpretação de alguns juízes eleitorais locais sobre a legislação, quando vetavam sites que não tinham obrigatoriamente o domínio “.can.br”. Questão que foi resolvida logo em 2006, quando ficou claro que era usar qualquer endereço web para ser o oficial do candidato, sendo o .can.br recomendado, mas não obrigatório. Mesmo assim, as regras eleitorais para a Web, seguiam as mesmas da TV.

2006 – a maioria dos candidatos com site, mas sem acreditar no real potencial da Internet

2006 foi o melhor que pudemos chegar, até hoje. Resolução bem montada, sem vetos à redes sociais e outros ambientes fora do site oficial e ótimo momento para acreditar que a web faria a diferença naquela eleição. Não fez.

Era difícil convencer os candidatos que um meio tão barato pudesse ser tão eficiente a ponto de fazer a diferença em relação aos candidatos.

A penetração da banda larga e da Internet nas classes D e E ainda eram tímidas apesar de crescentes e por mais que a grande maioria dos candidatos tivesse montado seu site de campanha todos encararam a web como “mais um meio de fazer campanha.”.

A promessa ficou para 2008.

2008 – Na contramão do mundo
2008 veio a grande decepção. Enquanto o mundo inteiro tendia para a sociedade em rede, web 2.0, transparência, etc, o TSE, órgão brasileiro responsável pela melhor tecnologia eleitoral do mundo, numa infeliz decisão que buscava claramente coibir o SPAM, acabou por vetar todo e qualquer tipo de propaganda eleitoral feita fora do ambiente oficial do candidato.

Enquanto Obama nadava de braçadas nos mares da web americana, crescendo com a mesma velocidade do twitter sobre seus adversários, quebrando recordes de arrecadação e consolidando a Internet como mídia de massa principal responsável por sua eleição, aqui no Brasil foi um verdadeiro desastre!

Com tamanha rigidez, a maioria dos candidatos, com medo de fazer propaganda irregular sequer instituíram seus sites oficias, desistindo de usar a Internet.

2010 – Correções de rumos

A eleição de Obama deve ter finalmente aberto os olhos do TSE.  O texto da nova reforma eleitoral prevê o uso de redes sociais e arrecadação de campanha online, algo inédito e fantástico pois permitirá não só uma aproximação maior do candidato com a sociedade como potencializa o financiamento de campanha por pequenos doadores.

Se for aprovada, teremos uma campanha muito mais transparente, ecológica, democrática, auto-sustentável e barata.

A Internet pode enfim se consolidar como a mídia capaz de fazer a diferença numa eleição.

A democracia agradece!

Acredite na Web #5

quarta-feira, maio 13, 2009
posted by Junior 11:44 AM

acredite_na_web_n5“Ele vem ao Brasil entre os dias 17 e 21 de maio, e vai se encontrar com políticos, empresários e representantes de ongs em São Paulo, Brasília e Porto Alegre”

Ele quem? Ben Self, um dos responsáveis pelas ações de campanha na internet de nosso querido garoto propaganda RBW: OBAMA!

A entrevista com ele é bem interessante, mas muita coisa já é de conhecimento de várias agências que realizam este tipo de trabalho aqui no Brasil. O que me deixa INDIGNADO é a mentalidade de alguns “assessorezinhos” e “secretariozinhos” de comunicação de vários partidos e candidatos que ainda tomam suas decisões, aconselhando seus patrões, utilizando-se da velha e ridícula máxima do terceiro mundo, de que “bom é o que vem de fora, é o que dá certo!” sem sequer saber da infinidade de casos de sucesso de profissionais que trabalham duro e que realmente conhecem a realidade e o comportamento do internauta brasileiro. Não sou contra a troca de experiências, de tendências e de conhecimento. Sou contra a herança cultural do “não fazemos melhor”. Fazemos sim e vou além! Se qualquer agência especializada em ações de presença na web tivesse disponível a dinherama que os doadores do Obama despejaram em sua campanha, ela ganharia o prêmio “WRETZER” de Marketing Digital, se ele existisse (risos). Aproveitando a recuperação dos quadros de Portinari e de Tarsila do Amaral , um VIVA a ANTROPOFAGIA da semana de arte moderna de 21! O que vem de fora é bom, mas é diferente! Cabe a nós darmos o toque brasileiro.

Acredite na Web #4

quinta-feira, abril 2, 2009
posted by Junior 5:39 PM

acredite_na_web_n4Yes we can!

A rbw defende a utilização, com cautela (formiguinhas, uni-vos!) e com ajuda especializada é claro, de todas a ferramentas de democracia direta na internet por candidatos pleiteando qualquer um dos cargos majoritários em disputa em 2010. Eleições 2010? Mas vocês já estão pensando nisso? SIM! E para provar o nosso comprometimento com a causa, acabamos de lançar o mais novo carimbo “Acredite na Web” com o nosso garoto propaganda favorito. Confiram! Vai ser um sucesso!!!

carimbo

carimbo2

Acredite na Web #3

quinta-feira, março 12, 2009
posted by Junior 9:21 AM

acredite_na_web_n3Tirem seus cabos eleitorais das ruas e colocai-vos na internet!!! Outro dia um amigo, que será candidato em 2010, disse uma coisa que reflete muito bem os dias de hoje: “Se eu pedir para minha filha usar uma camiseta e um “bonézinho” com meu número ou com meu slogan ela não irá fazer, mas se for pra ela ficar na internet pedindo voto no msn para o papai… Ah! Isso ela faz com o maior prazer!”.

Você já imaginou que pode ter um exército de seus defensores, a postos, por enquanto silenciosos, mas treinados e preparados, com toda a informação estratégica necessária para rebater qualquer ataque, dúvida, crítica, seja lá o que for? Trabalhando sua imagem, coletando mais informações, identificando atores, influenciadores e formadores de opinião espalhados pela rede?

Você já imaginou pegar toda esta massa crítica, gerada coletivamente, deixar tudo isso pronto, e usá-la, sabiamente, quando chegar a hora da campanha? Saber o quê, quem e onde, exatamente, estão falando de você, da sua imagem, do seu estado ou da sua cidade? Isto é para poucos!

Pelo menos aqui no Brasil. Aqui, ainda não temos políticos, parlamentares, chefes de estado, os homens que fazem as leis, os homens que decidem o que é certo e o que é errado, com esta consciência “internética” formada. Homens que fazem tudo isto, sem ter o “DNA” daquilo o que realmente queremos. O “DNA” de nossos sentimentos, nossos problemas. O internauta brasileiro não, este vai bem, obrigado, como mostra o texto da B2B Magazine.

Saber utilizar a natureza viral e democrática da internet é para pessoas visionárias, que enxergam nela um verdadeiro campo, o mais fértil deles, de idéias, opiniões e demonstrações de sentimentos do que está bem, e do que está mal.

Suje menos as ruas! Leve a sua campanha para a internet e faça realmente a diferença com quem já anda fazendo a diferença. Os internautas. Os eleitores. Estes hiperconectados que conhecem muita gente e estão, neste momento, falando com muita gente.