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Redes Sociais Verticais – ter ou não ter?
Redes Sociais Verticias, conforme já abordamos em nosso último post, são Redes Sociais que tratam de temas específicos, e que por isso, consegue engajar usuários que possuem os mesmos hábitos de consumo e de ócio.
Nas Redes Sociais Verticais os usuários se conectam em torno de um assunto, interesse em comum. Compartilham interesses, gostos, opiniões pelo tema em comum pelo qual são apaixonados.
A vantagem das Redes Sociais Verticais esta em oferecer um maior conteúdo sobre o assunto, já que são especializados. Oferece melhor experiência para o usuário.
O grande desafio das redes verticais é a aderência, ou seja, como fazer para manter os usuários ali?
Hoje organizações que pretendam melhorar sua forma de geração de inteligência, a distribuição desse conteúdo e a sua comunicação, não basta apenas criar uma rede focada na temática de seu interesse, o mais importante é saber administrar, estimular a conversão, realizar um monitoramento intenso, entender de métricas, saber elaborar bem os conteúdos para otimizar para os buscadores, ou seja, é uma tarefa para um grupo de profissionais.
Benefícios, vantagens e importância das Redes Sociais Verticais
- Conectam pessoas que geralmente não se conhecem. Nas Redes de Massa (Orkut, Facebook etc), o comum é adicionar o amigo da escola, da faculdade, do trabalho, da academia, da vizinhança. Nas redes verticais, pessoas se conectam porque têm interesses comuns, permitindo que se desenvolva um relacionamento offline;
- Alcançam audiências interessadas, desenvolvendo sinapses online inteligentes;
- Agregam conversações relevantes;
- Uma rede vertical pode ter vários adeptos, ela somente não se enquadra nos apelos convencionais.
Concepção de uma Rede Social de Vertical, passos básicos
- Engajar: construir um relacionamento não se faz do dia para a noite. Dispor de tempo e repertório para lidar com sua comunidade.
- Ouvir e ser ouvido: fale, mas também escute. Afinal, a rede será criada para conhecer mais sobre os hábitos e necessidades dos participantes.
- Focar na comunidade e não na ferramenta: descubra o que é mais útil e acessível para seu nicho.
- Definir as funcionalidades da Rede: o objetivo é conectar pessoas, então oferecer na rede plataformas wiki, chats, fóruns, comunidades, álbum de fotos, canais de vídeos etc.
Por fim, na maioria das organizações, o mundo das Redes Sociais ainda é visto com uma certa desconfiança, principalmente nas organizações públicas, e as razões não são difíceis de entender. São elas:
- Perda de controle sobre o que falam da Empresa;
- Falta de compreensão e entendimento sobre o fenômeno;
- Dificuldade em medir o retorno e sucesso;
- Perda de produtividade por parte dos funcionários;
- O Investimento é alto.
Os pontos acima, apesar de legítimos, são todos passíveis de argumentação e refletem, ainda, visões antigas, mas existentes na cultura organizacional das empresas.
Abaixo algumas das Redes Sociais Verticais encontradas:
Rede23: Rede social que reúne militantes e simpatizantes do Partido Social Socialista: aberta (desenvolvida pela RBW Comunicação);
Rede Fenam: Rede social voltada para os médicos (desenvolvida pela RBW Comunicação);
Skoob: Rede social que reúne pessoas interessadas em livros. Forma de acesso: aberta;
AtePassar: É uma rede social com fins educacionais focado no público que presta concursos públicos;
Banco do Plantea – A comunidade para se informar e compartilhar soluções a desafios socioambientais. Forma de acesso: Aberta;
Baser% – Site direcionado aos skatistas brasileiros. Uma iniciativa da revista CemporcentoSKATE, para preservar a união dos skatistas. Forma de acesso: Aberta;
CampiDigital - É uma rede de aprendizado em comunicação digital. Investe na inteligência coletiva para proporcionar a melhor experiência de aprendizado em marketing, comunicação e mídia digital;
DigiForum- Rede Social, Comunidade em formato de Portal e Fórum sobre Câmeras Digitais e Fotografia em Geral – Tutoriais e Estudos sobre fotografia – Comunidade de Fotógrafos Profissionais e Amadores – Ponto de encontro de FotoClubes. Forma de acesso: Aberta com confirmação de registro pelo próprio usuário;
EbaH- Rede social de estudantes universitários no Brasil – Compartilhamento de arquivos acadêmicos. Forma de acesso: Aberta;
E-beatz – Rede social apenas para pessoas que curtem música eletrônica. Forma de acesso: Aberta;
Filmow- Rede social para cinéfilos. Forma de acesso: Aberta;
Mixme- Comunidade de Música. Forma de acesso: Por convite;
Porkut – Rede social criada para torcedores do Palmeiras. Forma de acesso: Aberta;
Ponto de Encontro-Educadores em rede – Ponto de encontro de professores Desconhecidos. Forma de acesso: Aberta;
Super Consurseiros- Rede social de concurseiros (candidatos a concursos públicos) com notícias, fóruns, troca de material didático, comunidades, rankings, etc. Forma de acesso: Aberto;
Veia Social: Rede Social de Doadores de Sangue. Forma de acesso: Aberta;
Entre outras.
O novo consumidor e a nova agência
O consumidor de hoje passa boa parte do seu tempo livre on-line.
(O Brasil ocupa o 1º lugar no mundo em tempo de conexão – 48h26m/mês)
Nesta era da informação, o consumidor se tornou um gerador de conteúdo, influenciando e divulgando para uma grande quantidade de pessoas seus gostos e opiniões, sejam elas positivas ou negativas.
O novo consumidor utiliza a rede como ambiente, não como mídia.
O novo consumidor gera sua própria reportagem e descobriu seu poder diante do mundo. Ele domina ferramentas de edição de texto, vídeo e áudio. Ele produz seus próprios conteúdos e vive em um mundo onde a tecnologia está convertendo o mercado de massa em milhões de nichos, onde a variedade de escolhas nunca foi tão grande.
Nessa nova era o poder da informação é compartilhado. Os poderosos editores das grandes mídias de outrora, agora dividem com milhões de consumidores, que também são editores de conteúdo e que escolhem quais serão os próximos sucessos.
O novo consumidor esta deixando de ser passivo para atuar como um produtor ativo. A Internet está cheia de exemplos que evidenciam que hoje ela é uma grande rede colaborativa.
Os anunciantes estão atentos.
Apesar de tudo isso, muitas agências tradicionais, ainda insistem em pensar que a internet é uma mídia para se produzir banners engraçados, sites pirotécnicos, enviar tweets como se fossem e-mail marketing ou criar perfis a torto a direito no Orkut.
Um bom posicionamento no Google ou um bom trabalho em Redes Sociais está sendo cada vez mais demandado pelas empresas, porém, elas não têm encontrado empresas de Marketing Digital que de fato entendam o que fazer com essa demanda.
A publicidade está mudando e ao que parece as agências tradicionais não têm acompanhado essa mudança.
A internet virou conversa, uma enorme conversa. Agora antes de conversar é preciso aprender a falar o idioma.
A esta nova forma de comportamento na maneira de se relacionar, descobrir, produzir, ler e compartilhar informações, notícias, ou qualquer conteúdo, dá-se o nome de mídia social. Redes sociais, blogs, wikis, podcastings, fóruns, redes de conteúdo e microblogs são os principais tipos de mídias sociais encontradas hoje na web.
Pesquisas já mostram que os gastos com publicidade online e em redes sociais, cresceram, em agosto de 2009, 119% nos Estados Unidos, em relação ao mesmo período de 2008.
O papel da nova agencia é de buscar sempre surpreender o mercado, ou seja, novas maneiras de pensar sobre negócio de seus clientes. A nova agencia, se quiser de fato se firmar no mercado deverá atuar como uma consultoria estratégica de marketing e terá que desenvolver competências em tecnologia, além das que já tem que dominar.
RBW cresce para o Sul do País
Uma boa estratégia de conteúdo para os segmentos de mobilidade e redes sociais já faz parte de qualquer ação de comunicação.
Pensando em compor ações inovadoras e dar mais capilaridade à empresa, a RBW firmou parceria, este mês, com a Conexa Tecnologias de Informação e Interação, sediada em Curitiba – PR.
A empresa que atende players do segmento educacional e entidades ligadas ao setor da construção civil, trabalhará na prospecção de novos clientes e estruturação de campanhas de marketing de conteúdo para as mídias sociais.
Uma boa estratégia de conteúdo implica em trabalhar a marca com foco no consumidor e em como ele se relaciona na rede, sempre fornecendo informações relevantes, práticas e que façam sentido no exercício diário de navegação na WEB.
Para obter sucesso e receitas, as empresas precisam cada vez mais focar em redefinir os propósitos de conteúdos de suas marcas e qual a mensagem que devem passar aos consumidores, entendendo o cliente e sua forma de consumir, bem como formando-o para a compra.
As jornalistas Christiane Atta e Fabiane Ribas, com larga experiência em veículos e assessoria de imprensa corporativa, trabalham as tendências deste segmento, com conteúdos estratégicos, de forma a dar visibilidade aos projetos multiplataforma.
Christiane Pires Atta, formada em Comunicação Social – Jornalismo (1988) e pós-graduada em Design de Internet pela Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), atuou em diferentes projetos envolvendo tecnologias de informação, comunicação e interação. Trabalhou nos principais jornais de Brasília-DF e Curitiba, Correio Braziliense e Gazeta do Povo, respectivamente. Desenvolveu atividades relacionadas à assessoria de
imprensa e criação de ambientes web para organismos internacionais, como o Unicef e PNUD, ONGs e instituições da iniciativa privada e governo, sempre envolvendo ações de comunicação, colaboração e disseminação de informações.
email: christiane@conexacomunicacao.com.br
Fabiane Ribas, formada em Comunicação Social – Jornalismo (1999), pós-graduada em Língua e Gramática (2004), atuou por 5 anos no jornal diário Correio do Povo, em SC. No Paraná, efetuou assessoria de imprensa nacional e estadual para clientes de diversos ramos. Foi assessora de imprensa nacional do IESDE Brasil. Durante 7 anos, efetuou assessoria de comunicação para associações de classe empresarial e comunicação interna para empresas associadas, indústrias e agências de turismo.
Acredite na web: Tudo certo! Ou quase tudo…
As duas Casas Legislativas liberaram a campanha em blogs e redes sociais. Os candidatos poderão usar a internet para fazer propaganda ou para arrecadar recursos, inclusive por meio de cartão de crédito. Entretanto, a Câmara manteve a proibição à propaganda paga de candidatos na web, que o Senado havia liberado para os presidenciáveis.
Outra emenda do Senado aprovada permite a propaganda eleitoral gratuita na internet – seja em site eleitoral, blog ou outros meios eletrônicos de comunicação – nas 48 horas que antecedem o pleito ou nas 24 horas posteriores. A proibição existe no Código Eleitoral para a propaganda nas rádios, na televisão, em comícios ou em reuniões públicas. Até as últimas eleições, os candidatos só poderiam manter sites no domínio “.can.br” e precisavam retirar a página do ar 48 horas antes das eleições.
Fonte: Redação TERRA
Ééééé pessoal, PT e PMDB já estão bem avançados (Estúdios, produtoras, WEBTV, rádioweb, centros de disseminação de informação etc), DEM e PSDB se organizando (não encontrei o link para a matéria no site amigável do Correio Braziliense, mas é “Campanha Multimídia”, na seção Eleições) … Será que a internet brasileira se comportará da mesma forma que se comportou nas eleições americanas, onde Obama soube utilizar todo o poder democrático e viral da internet? Espero responder isso na prática, como eleitor e (sem ou) responsável por alguns cases de sucesso.
Download de música é coisa do passado?
Você ainda compra CD? Essa foi a pergunta feita por um programa de notícias do canal MTV Brasil ontem (15/07). CD aparentemente virou coisa do passado. Mas segundo uma pesquisa apresentada no mesmo canal, mostrou que o download de música já virou coisa do passado.
Possível? Sim!
A pesquisa mostra que pessoas ao invés de procurar músicas pela internet estão ganhando tempo indo direto em sites de livestream. Estão escutando mais web rádios, listas online e sites de vídeo online.
As gravadoras gostaram dessa nova tendência e já está com o pensamento em investir.
No último dia (14), o grupo Ludov lançou em seu site oficial, o seu novo disco, “Caligrafia”. Só que foi de uma forma bastante diferente. A banda fez o lançamento em um show ao vivo transmitido pelo próprio site da banda. Além de promoções que envolvem redes sociais como Fotolog, Orkut, Facebook, Twitter, Flickr.
No Brasil existem mais de 850 webradios, e por mais que elas estejam em sites gringos, com uma internet mais veloz, as webradios brasileiras vem tomando o seu espaço e a gente fica na torcida.

Acredite na Web #1

Os números de OBAMA dentro das redes sociais.
Você já deve ter lido milhões de matérias sobre o Obama por ai. Hoje resolvi mostrar um pouco do Obama em números dentro das redes sociais. Fiquei “embasbacada” e tenho certeza que assim como eu, você não tem ou não tinha noção desses números.
Obama em 2008 tinha 130 mil seguidores no Twitter, 14 milhões de visualizações em apenas um vídeo de sua campanha no Youtube, 2,3 milhões de membros no FaceBook e simplesmente 3,1 milhões de doadores.
O segredo desses números?
Mais uma vez eu bato na tecla que você tem que estar onde as pessoas estão e não onde você quer que elas estejam. Obama estava presente em 16 diferentes ambientes da web como o Youtube, Facebook, Twitter, Flickr, Myspace entre outros. A internet foi a grande responsável por 87% de toda arrecadação da campanha de Obama. Apenas em setembro do ano passado foram arrecadados U$ 100 milhões e 93% desses doadores cooperaram com menos de 100US$.
A maioria dos ambientes trabalhados pela equipe de Obama tinha a possibilidade de interação com seu público. Existia estimulo e empolgação. A dinâmica diferente de cada ambiente foi muito bem explorada por sua equipe. Havia por trás desses ambientes pessoas dando todo suporte necessário. Tudo foi bem pensado. Cada ambiente foi estudado e planejado.
Obama foi um grande sucesso dentro das redes sociais. Um fenômeno intrigante que nos faz pensar e muito do quando a web é capaz de mobilizar milhões de pessoas.
ACREDITE NA WEB!
NÓS SABEMOS DO QUE ELA É CAPAZ!
O que você ainda faz fora de uma rede social?
Você acha que as pessoas que participam do Orkut, do FaceBook, do MySpace e de outras redes sociais só estão lá porque querem encontrar alguém que há muito tempo não viam ou porque são um bando de gente desocupada sem ter o que fazer???
Você sabe o que é uma rede social? Será que você tem a noção de quantas possibilidades de negócios existem dentro de uma rede social?
A meu ver e de forma bem sucinta, rede social é um conjunto de pessoas que possuem algum interesse em comum. Hoje em dia tem rede social pra tudo!
Quer achar um profissional competente pra trabalhar na sua empresa? Acessa o Linkedin que garanto que lá você acha um. Gostaria que sua banda musical ficasse conhecida? No MySpace você terá grandes chances que isso aconteça.
A rede de restaurantes Burger King lançou em janeiro desse ano um aplicativo (Whopper Sacrifice) dentro do FaceBook onde você “sacrificava” 10 amigos da sua lista de contatos para ganhar um cupom de Whopper grátis. Os “amigos” sacrificados recebiam uma notificação avisando que foram dispensados por causa de um hambúrguer. Olha que sacada de mestre do Burguer King! O aplicativo viralizou geral!
O Boticário é uma empresa que monitora dentro da web o que as pessoas estão “dizendo” por ai a seu respeito. Exemplo disso foi o contato estabelecido com uma consumidora após a criação de uma comunidade no Orkut de um perfume que havia saído de linha. A consumidora ficou tão satisfeita com a atenção dada pela empresa que postou a resposta publicamente na comunidade, elogiando a iniciativa.
O grande trunfo de hoje em minha opinião é ir onde o cliente está, é estar onde a grande maioria está. E essa grande maioria está na web, dizendo milhões de coisas a respeito do seu produto, da sua empresa, do atendimento que lhe foi dado e passando isso adiante, para mais outros milhões e milhões de pessoas.
Depois disso tudo você ainda resiste em ficar fora dessa??? A rbw entrevistou Manoel Lemos, fundador do BlogBlogs, que esclarece mais sobre o assunto. Espero que gostem!

