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10 vídeos de tipografia em movimento pra alegrar sua quarta-feira
Girl Effect
A tipografia animada a serviço do discurso. Incrível como essa dinâmica de brincar visualmente com palavras traz requinte e acentua o tom crítico do projeto. Essa vai para todos aqueles que não acreditam no poder de boas ações isoladas. É um crime não conferir a home do projeto.
A Poem Comes to Life Through Type
Indo na mesma onda do anterior, esse vídeo traz um poema dum cara chamado Taylor Mali sobre a fluência do discurso do adolescente norte-americano. De qualquer forma, a mensagem é bacana e combina bem com a proposta tipográfica: fale objetivamente e com convicção. Talvez eu ainda possa pegar umas aulinhas com ele.
War of The Worlds Kinetic Typography
A invasão alienígena de Orson Welles com o recurso audiovisual que merece. Brilhante. Ele consegue passar a medida certinha de tensão por meio da iluminação, cor e movimento aplicados à figura das palavras.
They Are Out T(here)
Gracinha. Mais um dos exercícios de 5s do Johnny Likens. São poucos vídeos no canal do cara, mas vale conferir o resto do trabalho (estático ou não) no site dele. Tem outra que ficou bem legal também, a “Kick The Bucket”:
Typophile Film Festival 5 Opening Titles
Abertura do último Typophile Film Festival, um festival internacional voltado pro tema. O próprio site Typophile é um puta espaço pra quem está começando a ficar obcecado com fontes, tem de tudo lá: arena tipográfica, uma wiki de fontes, forum de mais gente doida por letrinhas e demais coisinhas legais relacionadas a design. Recomendadíssimo, clica aqui e salva nos bookmarks.
Koos Dekker – Big Lebowski Typography
Holandês que manda bem na fita. Dois vídeos dele em particular me chamaram a atenção:
A cena do Jesus, do filme Big Lebowski, ilustrada tipograficamente no After Effects. Me amarrei nela, ficou bem dinâmica e fluida, e também tem a chamada que ele fez pro House:
Koos Dekker também fez outros na mesma linha pro Dexter, Law & Order e Monk, e você pode assisti-los e outras obras legais do rapaz no canal dele no vimeo.
Typography Landscape
Typography Landscape from idnworld on Vimeo.
Belíssimo exemplo de tipografia 3d em movimento. Clean e robusto, lindo.
Homo Erectus
Um brazuca engraçado na lista, tanto a animação tipográfica quanto o sarcasmo do roteiro são extremamente geniais. O tema entra na série “Grandes questões da humanidade”.
Ainda no tema, vale a pena visitar
Forget the Film, Watch the Titles
Acervo de sequências-título inesquecíveis. Porque cá entre nós, a sequência título, os créditos, os trailers e os cartazes são de fato a parte mais gostosa do filme.
The League Of Moveable Type
Fontes bonitas, bem feitas, gratuitas e cheias de atitude, tem até um manifesto. Por uma internet mais bonita e de graça. Go designers!
iQ font – Nunca ninguém gastou tanto pra produzir uma fonte
Um pessoal aí pegou um carro, fez marcações de cor acima de cada pneu dele, pôs uma câmera filmando de cima o carro, enquanto um piloto profissional desenhava letras no chão com seu percurso, e assim surgiu a iQ: uma fonte feita a partir do rastro de um carro de verdade. Claro que é viral e claro que é da Toyota. A fonte você pode baixar aqui e o making of taí:
Acredite na web: Tudo certo! Ou quase tudo…
As duas Casas Legislativas liberaram a campanha em blogs e redes sociais. Os candidatos poderão usar a internet para fazer propaganda ou para arrecadar recursos, inclusive por meio de cartão de crédito. Entretanto, a Câmara manteve a proibição à propaganda paga de candidatos na web, que o Senado havia liberado para os presidenciáveis.
Outra emenda do Senado aprovada permite a propaganda eleitoral gratuita na internet – seja em site eleitoral, blog ou outros meios eletrônicos de comunicação – nas 48 horas que antecedem o pleito ou nas 24 horas posteriores. A proibição existe no Código Eleitoral para a propaganda nas rádios, na televisão, em comícios ou em reuniões públicas. Até as últimas eleições, os candidatos só poderiam manter sites no domínio “.can.br” e precisavam retirar a página do ar 48 horas antes das eleições.
Fonte: Redação TERRA
Ééééé pessoal, PT e PMDB já estão bem avançados (Estúdios, produtoras, WEBTV, rádioweb, centros de disseminação de informação etc), DEM e PSDB se organizando (não encontrei o link para a matéria no site amigável do Correio Braziliense, mas é “Campanha Multimídia”, na seção Eleições) … Será que a internet brasileira se comportará da mesma forma que se comportou nas eleições americanas, onde Obama soube utilizar todo o poder democrático e viral da internet? Espero responder isso na prática, como eleitor e (sem ou) responsável por alguns cases de sucesso.
Agora, Realidade Aumentada, or Augmented Reality (AR)
Uma prévia à tecnologia que funde os gráficos 3D em vídeo com elementos do mundo real.
O Lairson me mostrou esse vídeo têm uns dois meses.
O uso da tecnologia de realidade aumentada em marketing e comunicação social tem aumentado ao longo dos últimos anos, General Electric (open-source), site Smart Grid, cobertura da eleição pela CNN aos cartões de beisebol da Total Immersion’s Topps 3D Live beisebol (acima). É uma tecnologia que, pelo menos no mundo da publicidade, parece ser útil para os consumidores conhecer e gostar desse novo recurso.
Mas primeiro o que é AR?
Bem, é geralmente definido um espaço que envolve uma experiência interativa que apresenta em tempo real, uma fusão entre vídeo ao vivo e um fluxo digital ou elementos sintéticos. No caso do projeto Total Immersion’s Topps, isso significa que um jogador de baseball 3D aparece de pé em um cartão assim que o usuário expõe o mesmo de frente a sua webcam. Algumas AR exige um marcador visual específico como um QR code, impressos a partir do seu computador (ou não), depois apontado pra webcam, podendo assim visualizar os efeitos em 3D.
As duas formas mais comuns de construção e mercado AR-Flash são baseadas, principalmente em aplicações open-source, e programas que muitas vezes exigem uma aplicação específica para ser executado. Carlos Ulloa, fundador e designer da Papervision 3D (open-source), vê a vantagem do Flash em número de utilizadores e potenciais, mas não descarta o uso de outros plug-ins. “A vantagem do uso do flash é que ele já está instalado na maioria dos navegadores e plataformas, bem como o público potencial é muito maior. Por outro lado, empresas especializadas em plug-ins podem proporcionar uma experiência melhor para um público limitado.”
Greg Davis, gerente geral na empresa de software Total Immersion’s, especializada em AR, tem o poder de abordagens maior a partir do plug-in personalizado. “A GE que desenvolveu (Smart Grid) utilizando projeto open-source, ou seja, de código-livre. Temos aqui um conjunto de ferramentas que usamos em comunidades e convidamos outros para conhecer o código e desenvolver as suas próprias suites. O problema com ferramentas de código aberto é que um grande número de componentes são antigos de mais. Os três elementos que compõem uma realidade aumentada são: reconhecimento, monitoramento e renderização, e são três processos concorrentes. As ferramentas de código aberto são monitoradas de 8 a 10 anos apenas, resultando numa experiência bem menos crível.”
Apesar das divergências relativas ao open-source, tanto Ulloa quanto Davis ver possibilidades significativas para a realidade aumentada na área de publicidade. “O potencial da ferramenta ainda está para ser utilizada na publicidade,” diz Ulloa. “Código de AR impresso e on-line de uma forma única, mas também podendo criar uma dimensão on-line para o produto em si.” Davis vê que num futuro muito próximo, AR vão além do “Ah bacana, estou dentro do 3D …” a um impacto total, uso prático, e cita o celular e o PDA (mobile dispositive) como a próxima plataforma para tal tecnologia. “Temos um vídeo sobre o nosso website onde o CEO da Intel com um telefone celular onde aponta-se para uma rua da China e faz-se uma tradução que sobrepõe o nome em chinês passando automaticamente para inglês. Isso realmente faz diferença no dia-a-dia. O fato é que tudo será interativo, em algum momento, e não significa que tudo estará á venda, apenas. É sobre relacionamentos com o consumidor, interatividade e contato, tendo uma posição em que o paradigma como a comunicação é gerida entre marcas e os consumidores venha mudando exponencialmente.”
Veja mais vídeos de realidade aumentada abaixo.
Zugara’s Augmented Reality & Motion Capture Shopping App
Augmented Reality: See How It Works
Virtual box simulator
Demo of Julian Perretta’s 3d video for “Ride My Star”
Esse, em minha opinião, é o mais fera!
ARhrrrr – An augmented reality shooter
Vídeo Online? A gente já faz há muito tempo!
Nove meses antes do mais conhecido site de vídeo online entrar no ar, Youtube, o VIDEOLOG já estava na ativa, inovando essa nova tendência que em pouco tempo depois, dominaria uma boa parte da internet.
Escolhemos o Videolog e abrimos um canal para um de nossos clientes, a FENAM.
FENAM TV em pouco mais de um mês com 116 vídeos, atingimos a média de 5723 visitas sem nenhuma divulgação, ultrapassando a FENAM TV no Youtube que possui há quase um ano.
Edson Mackeenzy, como ele mesmo diz, “Não sei se sou o estagiário da empresa, ou o chefe. Sou o primeiro a chegar e último a sair.” nos concedeu uma entrevista, e para quem ainda tem dúvidas do poder do VIDEOLOG no futuro da Internet, poderá ver o trabalho de dedicação de uma equipe que está sempre disposta a crescer e levar nós, brasileiros, juntos.
RBW – 1 - Qual as novas tendências do Vídeo Online?
Mack diz: É difícil apontar “tendências”. Sou um usuário de internet como todos, tudo o que tenho são opiniões. Foi assim há cinco anos, quando visualizamos – sem trocadilhos – que o vídeo seria o grande diferencial da web. Hoje o que acredito é em um fenômeno de decomposição. Um mesmo conteúdo fragmentado e linkado em diversas frentes, passivo de edição e modificações. Principalmente gerando benefícios aos envolvidos, como visibilidade e até grana.
RBW – 2 – Videolog terá alguma surpresa para 2009?
Mack diz: O Videolog sem surpresas não é o Videolog. Infelizmente não posso contar todas se não estraga a dita cuja. O que posso falar em primeira mão é que, após meses de negociação, o bom filho Bruno Dulcetti está voltando para onde nunca deveria ter saído. O mestre Dulça nos deixou em 2007 para dedicar todo o seu talento na Globo.com e agora é o novo Gerente de Projetos do Videolog. Um retorno muito comentado no twitter e principalmente no mercado. Não é fácil competir com a Globo.
RBW – 3 - Quais os principais recursos que o pioneirismo do Videolog nos fornece?
Mack diz: O Videolog possui um sistema de conversão que otimiza em 96,7% o peso do vídeo mantendo a mesma qualidade. Isso nos permitiu lançar em Fevereiro de 2008 vídeos em HD. Diariamente, nossa equipe estuda maneiras de tornar a permanência do usuário em nosso ambiente simples e atrativa sempre evidenciando o talento e a qualidade dos produtores de vídeo.
RBW – 4 - Existe alguma forma de pagamento ou premiação para os vídeos mais
assistidos ou de melhor qualidade técnica?
Mack diz: Os vídeos com mais qualidade são destacados pela equipe de conteúdo em nossa home. Eventualmente, promovemos concursos para incentivar a produção de conteúdos, como o Carnalog, que reuniu este ano centenas de correspondentes espontâneos em todo o país.
RBW – 5 - Fale um pouco sobre o Videolog.
Mack diz: O Videolog Inc é uma empresa de mídia e tecnologia especializada em pesquisar e desenvolver soluções para transmissão e compartilhamento de vídeo via IP. Estamos no mercado desde 2004 e hoje administramos dois produtos próprios: o portal www.videolog.tv que reúne a maior comunidade brasileira de produtores de vídeo e o Tivi.tv , um sistema que permite a qualquer pessoa criar e administrar de forma simples, intuitiva e clara uma TV corporativa e DigitalSignage.

Mario Soma, Inagaki Agência Pólvora, Beto Largman Jornalista do jornal O Globo, Fabio Lima, Bruno Dulcetti, Ariel Alexandre e Mack.
Twitter:
Mack: www.twitter.com/mackeenzy
Bruno: www.twitter.com/dulcetti

