Mídia Internet
O consumidor de hoje tem um computador no quarto, um ipod para ouvir seus artistas preferidos, um celular que, provavelmente, serve também como câmera digital. Seu grupo de amigos possui os mesmos interesses. Eles escolhem o que assistir e o que ouvir em um mundo infinito de escolhas. Raramente compram CD. Baixam músicas compartilhadas por milhões de pessoas. O consumidor de hoje passa boa parte do seu tempo livre on-line.
Download de música é coisa do passado?
Você ainda compra CD? Essa foi a pergunta feita por um programa de notícias do canal MTV Brasil ontem (15/07). CD aparentemente virou coisa do passado. Mas segundo uma pesquisa apresentada no mesmo canal, mostrou que o download de música já virou coisa do passado.
Possível? Sim!
A pesquisa mostra que pessoas ao invés de procurar músicas pela internet estão ganhando tempo indo direto em sites de livestream. Estão escutando mais web rádios, listas online e sites de vídeo online.
As gravadoras gostaram dessa nova tendência e já está com o pensamento em investir.
No último dia (14), o grupo Ludov lançou em seu site oficial, o seu novo disco, “Caligrafia”. Só que foi de uma forma bastante diferente. A banda fez o lançamento em um show ao vivo transmitido pelo próprio site da banda. Além de promoções que envolvem redes sociais como Fotolog, Orkut, Facebook, Twitter, Flickr.
No Brasil existem mais de 850 webradios, e por mais que elas estejam em sites gringos, com uma internet mais veloz, as webradios brasileiras vem tomando o seu espaço e a gente fica na torcida.

Agora, Realidade Aumentada, or Augmented Reality (AR)
Uma prévia à tecnologia que funde os gráficos 3D em vídeo com elementos do mundo real.
O Lairson me mostrou esse vídeo têm uns dois meses.
O uso da tecnologia de realidade aumentada em marketing e comunicação social tem aumentado ao longo dos últimos anos, General Electric (open-source), site Smart Grid, cobertura da eleição pela CNN aos cartões de beisebol da Total Immersion’s Topps 3D Live beisebol (acima). É uma tecnologia que, pelo menos no mundo da publicidade, parece ser útil para os consumidores conhecer e gostar desse novo recurso.
Mas primeiro o que é AR?
Bem, é geralmente definido um espaço que envolve uma experiência interativa que apresenta em tempo real, uma fusão entre vídeo ao vivo e um fluxo digital ou elementos sintéticos. No caso do projeto Total Immersion’s Topps, isso significa que um jogador de baseball 3D aparece de pé em um cartão assim que o usuário expõe o mesmo de frente a sua webcam. Algumas AR exige um marcador visual específico como um QR code, impressos a partir do seu computador (ou não), depois apontado pra webcam, podendo assim visualizar os efeitos em 3D.
As duas formas mais comuns de construção e mercado AR-Flash são baseadas, principalmente em aplicações open-source, e programas que muitas vezes exigem uma aplicação específica para ser executado. Carlos Ulloa, fundador e designer da Papervision 3D (open-source), vê a vantagem do Flash em número de utilizadores e potenciais, mas não descarta o uso de outros plug-ins. “A vantagem do uso do flash é que ele já está instalado na maioria dos navegadores e plataformas, bem como o público potencial é muito maior. Por outro lado, empresas especializadas em plug-ins podem proporcionar uma experiência melhor para um público limitado.”
Greg Davis, gerente geral na empresa de software Total Immersion’s, especializada em AR, tem o poder de abordagens maior a partir do plug-in personalizado. “A GE que desenvolveu (Smart Grid) utilizando projeto open-source, ou seja, de código-livre. Temos aqui um conjunto de ferramentas que usamos em comunidades e convidamos outros para conhecer o código e desenvolver as suas próprias suites. O problema com ferramentas de código aberto é que um grande número de componentes são antigos de mais. Os três elementos que compõem uma realidade aumentada são: reconhecimento, monitoramento e renderização, e são três processos concorrentes. As ferramentas de código aberto são monitoradas de 8 a 10 anos apenas, resultando numa experiência bem menos crível.”
Apesar das divergências relativas ao open-source, tanto Ulloa quanto Davis ver possibilidades significativas para a realidade aumentada na área de publicidade. “O potencial da ferramenta ainda está para ser utilizada na publicidade,” diz Ulloa. “Código de AR impresso e on-line de uma forma única, mas também podendo criar uma dimensão on-line para o produto em si.” Davis vê que num futuro muito próximo, AR vão além do “Ah bacana, estou dentro do 3D …” a um impacto total, uso prático, e cita o celular e o PDA (mobile dispositive) como a próxima plataforma para tal tecnologia. “Temos um vídeo sobre o nosso website onde o CEO da Intel com um telefone celular onde aponta-se para uma rua da China e faz-se uma tradução que sobrepõe o nome em chinês passando automaticamente para inglês. Isso realmente faz diferença no dia-a-dia. O fato é que tudo será interativo, em algum momento, e não significa que tudo estará á venda, apenas. É sobre relacionamentos com o consumidor, interatividade e contato, tendo uma posição em que o paradigma como a comunicação é gerida entre marcas e os consumidores venha mudando exponencialmente.”
Veja mais vídeos de realidade aumentada abaixo.
Zugara’s Augmented Reality & Motion Capture Shopping App
Augmented Reality: See How It Works
Virtual box simulator
Demo of Julian Perretta’s 3d video for “Ride My Star”
Esse, em minha opinião, é o mais fera!
ARhrrrr - An augmented reality shooter
Quaal é a música propaganda?
Até a internet virar febre, rádio nenhuma vendia música tão bem quanto a tv, ainda mais a tv a cabo. MTV (e a recém-chegada aqui na roça, VH1) e propagandas não te empurram apenas um produto, mas vai uma música junto de brinde. Devo grande parte do meu acervo mental de músicas à Sony Entertainment Television, que veicula vinhetas geniais (bambeando naquela fina linha entre o genial e o idiota) aliadas a uma trilha sonora bem selecionada, de fina escolha, na minha opinião. Claro que isso vai do gosto de cada um, mas o fato é que a música gruda no ouvido, mesmo que por pouco tempo - e às vezes, tudo o que você precisa é só desse empurrãozinho.
Essa é fácil. Ela tava na propaganda do Ford Focus, lembra?
E mais cedo também foi trilha pra uma da Heineken, quando ainda nem tinha a verdinha aqui no Brasil:
Refrãozinho grudento.
Agora valendo pros viciados na telinha, e essas a seguir? Alguém lembra em qual comercial famoso elas estavam? Desafio.
Depois tem mais. Alguém? Alguém?
10 anos para corrigir os rumos da campanha política online
Em 2010 completaremos 10 anos desde que as campanhas políticas foram previstas e reguladas pelo TSE. De lá pra cá, exceto pela última resolução, nunca tivemos um avanço tão significativo nos textos da proposta, como a que está sendo colocada em pauta na próxima semana, no Congresso Nacional. Caso seja aprovada, a próxima campanha online será muito mais interessante.
2000 - Internet prevista na resolução eleitoral
Muitos entusiastas que acreditavam no potencial da Internet como mídia de massa comemoraram quando, em 2000, pela primeira vez não só foi previsto o uso de sites de campanha como foi disponibilizado gratuitamente o domínio can.br para uso exclusivo na campanha. Pronto. O uso da Internet estava regulamentado em resolução eleitoral. Era o início de um sonho de que a rede poderia ser usada para debater idéias diretamente com eleitores, alinhando as necessidades da população às propostas de governo dos candidatos, de forma muito mais barata e eficiente, reduzindo ao máximo o desgaste que as campanhas eleitorais tradicionais causam aos candidatos e à população.
Naquele momento, por provável desconhecimento da ”nova forma de fazer campanha” a web foi encarada apenas como mais um meio de divulgação de campanha e usada de forma muito tímida pelos candidatos que insistiam na mídia tradicional - receita consagrada para garantir eleições numa época em que o financiamento de campanha era diretamente proporcional às chances de vitória nas urnas. Foram 590 domínios .can.br registrados em todo o País.
2004 - Web 2.0 promove ações de campanha fora do website oficial de campanha
Em 2004 alguns políticos já esboçavam suas primeiras experiências de campanha online fora dos limites “oficiais” de seus sites sem ser atormentados pela resolução eleitoral, já que a Justiça eleitoral não estava atenta à revolução da web colaborativa, popularizada no Brasil com o Orkut.
A partir daí, a Internet começava a ser melhor percebida. Candidatos desconectados sem site faziam releituras da resolução em busca de informações que pudessem desabonar as ações web de seus adversários.
O principal motivo de discórdia que me recordo era sobre a interpretação de alguns juízes eleitorais locais sobre a legislação, quando vetavam sites que não tinham obrigatoriamente o domínio “.can.br”. Questão que foi resolvida logo em 2006, quando ficou claro que era usar qualquer endereço web para ser o oficial do candidato, sendo o .can.br recomendado, mas não obrigatório. Mesmo assim, as regras eleitorais para a Web, seguiam as mesmas da TV.
2006 - a maioria dos candidatos com site, mas sem acreditar no real potencial da Internet
2006 foi o melhor que pudemos chegar, até hoje. Resolução bem montada, sem vetos à redes sociais e outros ambientes fora do site oficial e ótimo momento para acreditar que a web faria a diferença naquela eleição. Não fez.
Era difícil convencer os candidatos que um meio tão barato pudesse ser tão eficiente a ponto de fazer a diferença em relação aos candidatos.
A penetração da banda larga e da Internet nas classes D e E ainda eram tímidas apesar de crescentes e por mais que a grande maioria dos candidatos tivesse montado seu site de campanha todos encararam a web como “mais um meio de fazer campanha.”.
A promessa ficou para 2008.
2008 - Na contramão do mundo
2008 veio a grande decepção. Enquanto o mundo inteiro tendia para a sociedade em rede, web 2.0, transparência, etc, o TSE, órgão brasileiro responsável pela melhor tecnologia eleitoral do mundo, numa infeliz decisão que buscava claramente coibir o SPAM, acabou por vetar todo e qualquer tipo de propaganda eleitoral feita fora do ambiente oficial do candidato.
Enquanto Obama nadava de braçadas nos mares da web americana, crescendo com a mesma velocidade do twitter sobre seus adversários, quebrando recordes de arrecadação e consolidando a Internet como mídia de massa principal responsável por sua eleição, aqui no Brasil foi um verdadeiro desastre!
Com tamanha rigidez, a maioria dos candidatos, com medo de fazer propaganda irregular sequer instituíram seus sites oficias, desistindo de usar a Internet.
2010 - Correções de rumos
A eleição de Obama deve ter finalmente aberto os olhos do TSE. O texto da nova reforma eleitoral prevê o uso de redes sociais e arrecadação de campanha online, algo inédito e fantástico pois permitirá não só uma aproximação maior do candidato com a sociedade como potencializa o financiamento de campanha por pequenos doadores.
Se for aprovada, teremos uma campanha muito mais transparente, ecológica, democrática, auto-sustentável e barata.
A Internet pode enfim se consolidar como a mídia capaz de fazer a diferença numa eleição.
A democracia agradece!
Future Shorts, por uma quarta-feira mais agradável
Quem se lembra daquele curtinha silencioso lançado na internet uns meses atrás, sobre um funcionário que descobre um buraco negro na empresa onde trabalha?
Ou aquele sobre dois colegas flertando por meio de post-its?
Os dois são trabalhos da Future Shorts, uma ampla rede de curta-metragens ao redor do globo, cuja proposta é dar espaço às mentes criativas do audiovisual. São produções bem feitas, de argumento ousado e uma simplicidade de dar inveja - e o melhor, filmes fresquinhos, que acabaram de sair do forno (internet, yeah). Recomendável para finais de expediente.
Claro que de onde vieram os dois acima, tem mais. Clica: FUTURE SHORTS NO YOUTUBE
Microsoft vai criar ‘Office Suite’ para publicidade
A Mediabrands poderá ajudá-la a aprofundar as relações com os grandes comerciantes.
A Microsoft, gigante (pelo menos até meados de 90’s) empresa que construiu inúmeras soluções (entenda como quiser) de software para indústrias: varejo, saúde, vendas e tal agora tem o seu foco em publicidade, acredite!
A Mediabrands, Interpublic Group of Cos., conta com a Microsoft sendo um de seus grandes clientes, e colaboram para construir um sistema de software que os marketeiros pode utilizar para controlar tudo a partir da busca de publicidade em e-mail, boletins de sistemas de CRM, enfim.
A lógica é que muitas das ferramentas utilizadas hoje para analisar e executar essas funções não “falam” entre si já que usar diferentes e, as vezes, antônimas linguagem de back-end, o que gera ineficiências e dificulta a tomada de decisão. O objetivo da Microsoft é criar uma plataforma única para automatizar, padronizar e executar esse processo.
“Nós queremos o Office Suite como uma suite de produtividade para a comercialização”, que se encaixe no mercado de gestão de sistemas em uma plataforma mais inteligente, disse George Quentin, chefe digital oficial no Mediabrands. E continua: “Donovan [Data Systems] faz faturamento, outro grupo faz ferramentas de planejamento, outro grupo faz a gestão de ativos. E nós gastamos muito tempo em esforços juntos. (…) Nós pensamos que fazer esse software é um desafio e todos esses elementos podem ser implantados de uma maneira muito mais sincronizada.”
Santo Graal para os marqueteiros
A Microsoft e a Mediabrands estão chamando a plataforma de ‘Meio de Comunicação Social do Sistema de Gestão de Operações’ (ou algo assim) - e eles certamente não vislumbraram o que o produto final há de ser. O anúncio diz algo como “destinados a reinventar a forma de comprar, vender, medir, relatar e otimizar”. E Scott Howe, VP corporativo da Microsoft, anunciante e editor do grupo, compara o efeito da plataforma ao efeito de quando o primeiro banco investiu e tornou a usar uma planilha em vez de calculadoras e réguas. Ele disse que a visibilidade que eles estão empenhando para a plataforma é o santo graal para os marqueteiros.
Implementação efetiva fará parte da solução. A Microsoft disse que está desenvolvendo, pouco a pouco, peças da plataforma a partir de agora para que esteja pronta até o final do ano; Mediabrands disse que pretende levar a oferta aos clientes até o fim do ano e que o cronograma para que seja construído dependem inteiramente dos clientes.
“Não construímos o sistema ainda, e você não pode construir um sistema até se sentar com um cliente,” disse o Sr. George. Quando perguntado se ele achava se a Microsoft pode ser o primeiro cliente a utilizá-lo, ele disse que sim, e que existe uma separação entre a Microsoft comercial e a Microsoft publicidade online.
Para a Microsoft, entrar no ramo de publicidade online e consolidar uma empresa nesse nicho é uma oportunidade inovadora e uma receita muito promissora. Primeiro, há as receitas diretas que poderiam começar a partir de licenciamento do software para o anunciante da indústria. Em segundo lugar, “desenvolvendo essa ferramenta de forma mais colaborativa, em longo prazo, vão surgir relações com parceiros importantes, o que poderá conduzi-los a um máximo de venda de outros produtos Microsoft e serviços”, disse o Sr. Howe. Ele insistiu que não há conflito de interesses, porque a percepção dessa plataforma poderia conceber um software de marketing, tal qual auxiliando a empresa sobre onde colocar seus anúncios e aplicar seus dólares, sendo impulsionada pelo ROI “nós não iremos definir as normas.”
Tem mais?
Aliás, a plataforma pode ser outro sinal de negócio da Microsoft, permanente rival do Google, que falou da construção de uma marca, Interactive Advertising Bureau em uma reunião anual, em Março de 2008, o então chefe da Microsoft, Brian McAndrews, disse às pessoas que lá no cume estaria provavelmente duas grandes plataformas relacionadas a gestão de anúncios no futuro e que a Microsoft seria um deles. (Você pode adivinhar que o outro possa ser.)
Sr. Howe disse que esta é realmente o desejo da Microsoft quanto sua nova plataforma, mas que ele não tem certeza. Ele acha que os produtos e soluções oferecidos pela Microsoft irá se diferençar gradativamente quanto ao grupo de usuários a utilizá-lo.
Irã onde?
Não tá na tv, não tá no jornal, mas tá no CITIZEN TUBE:
Fiquem de olho no Citizen Tube, porque maior exemplo do que a internet pode fazer por uma causa maior, creio que não haja. Ou se houver, são poucos.
Colaborar é Preciso
Uma das características mais marcantes do Google é a simplicidade, e não precisa ser nenhum especialista pra notar tal. Muito talvez porque uma ferramenta de busca, que retorna zilhares de resultados e uma penca de informação, de fato precisa desse conceito quase minimalista (lição que o Cadê?/Yahoo! demorou a aprender). E não é apenas no design - a informação verbal também é muito suscinta, o pessoal de lá fala pouco, e esse monossilabismo causa um efeito interessante: entre muitos outros que pessoas mais letradas no assunto podem apontar, o primeiro aspecto desse efeito que me chamou a atenção foi o quê de universalidade, de longo alcance, linguagem comum, independentemente da língua. O Google não precisa de legendas. Segundo aspecto: como o Google se relaciona livremente com o lúdico, não hesitam na abordagem criativa e imaginativa, sem medo da informalidade, o que algum tempo atrás (não me refiro a um tempo cronológico, mas a uma posição menos privilegiada na escala evolutiva, um estágio com uma postura cartesiana, na qual a liberdade criativa era vista como subversiva. Esse olhar é coisa do passado, independentemente da época a qual o “presente” se refira) era considerado uma manobra arriscada, perigosa e indesejada. Agora vemos as campanhas levadas com um ar de brincadeira, experimentação, liberdade, e com isso os louros do alcance global - obviamente, não é novidade, já vimos as campanhas do Firefox (e recordaremos de algumas delas no fim do post), mas o pessoal do Mozilla errou a medida algumas vezes. No entanto a proposta dos dois é relevante, e, acima de tudo, conta com a principal tag da web: colaboração. Tanto por serem open source, e tal cultura já tem enraizada essa concepção de comunidade, quanto por incentivarem a mobilização criativa coletiva. Grande salto para um grande aglomerado executivo.
O que se destacou na campanha do Google em espevial foi a elegância, como veremos a seguir.
Lembra daquele vídeo do Gmail?
Um dos primeiros golpes que eles desferiram, com esse pretexto da colaboração, foi na divulgação do Gmail. Os vídeos criados pelos usuários mostravam a logo do Gmail impressa em papel passeando por aí, sendo passada adiante, tal qual uma tocha olímpica, em inúmeros lugares, de inúmeras formas. O resultado é um vídeo de 2 minutos e um canal do YouTube com mais de 1000 vídeos enviados por pessoas de todo canto do planeta.
Bacaninha, bacaninha. Mas não achei os resultados tão impressionantes quanto os do…
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Ladies and gentlement, apresento-lhes o Chrome Shorts
Dessa vez eles aprontaram uma campanha em cima da enigmática logo. Você envia um vídeo de até 1min de duração que mostre uma forma interessante de construir a logo do Chrome, confome explica melhor o vídeo a seguir:
Os vídeos podem ser enviados até dia 22 de julho, então ainda dá tempo (mais informações aqui)
O prêmio para os melhores? Destaque no YouTube. Tá certo que em terra de Stefhany isso já não é lá um feito muito extraordinário, mas não deixa de ser uma baita oportunidade para se fazer ouvido e veiculado na web. Mais uma campanha que, em troca de divulgacão gratuita, divulga gratuitamente, uma troca de valores.
Os melhores, na minha opinião:
- O vídeo produzido pelo pessoal do Google Japão, que se tornou propaganda de tv posteriormente. Sofisticado, sutil, bate na concorrência com muita classe
- Centenas de dominós e uma paciência sem tamanho
- Uma impressionante simulação em 3d do que seria a internet se fosse
transformada em algo físico, palpável, um objeto
- Animação em 2,5d (por essa você não esperava) que mostra toda a
flexibilidade e a malemolência das janelas do Chrome
- Um outro 3d passeando pela internet
- Excelente ilustração da idéia do “colaborativo”
Você pode conferir mais vídeos selecionados no www.chromeshorts.com. Quanto a baixar ou não o navegador…bem…Ainda trava um pouco e não tem pra mac nem linux. Mas é sempre bom ter um outro navegador na manga, ainda mais com o Firefox enlouquecendo periodicamente.
Ainda no assunto, vale conhecer
- Chrome Experiments (de geeks para geeks): Desenvolvedores brincando com JavaScript e funcionalidades do Chrome.
Exemplo, o mapa de cruzamento de informações no Twitter (ou seja, como nascem os memes - de onde vem as informações e como elas se espalham):
O Google Gravity, aquela janela do Google que você clicava em algum lugar e tudo da janela desmoronava, também foi uma das crias do Experiments
E meu favorito, o Canopy, que explora os galhos de uma árvore fractal:
É matemágica mesmo.
- Kill Bill’s Browser: Não sei se é oficial ou não, mas é mais uma ofensiva anti-Internet Explorer. A Mozilla Foundation, oficialmente, já deu sua bola fora numa campanha bem agressiva entitulada Fight Against Boredom (Lute Contra o Tédio - fightagainstboredom.com)
, que comparava os usuários do IE com os do Firefox, dizendo, entre outras coisas, como os primeiros estavam mais sujeitos a ter um infarto do que os segundos, ee…enfim, não deu. Não tenho conhecimento da retaliação da Microsoft nessa, mas acho que nem precisaria, a crítica já o fez. Claro que depois eles pediram desculpas publicamente e retiraram o site do ar. Mas esse do Kill Bill’s Browser…Só conferindo pra ver. É bem provocante e direto, um ataque pesado até.


