Archive for the ‘internet’ Category

Confusões na Tuitosfera!

Sexta-feira, Março 27, 2009
posted by rbw 12:38 PM

por Ygor Thiago

Olá pessoal! Tudo bom?
Marcelo Tas pediu e fizemos um pouco além! =)

Fizemos a versão dublada de Twouble with Twitters - Dublado. ( Confusões na Twittosfera)
Em menos de 24 horas, dublados dublamos, editamos e postamos o vídeo nos ambientes: Videolog e Youtube.
Com a minha experiência com Fandublagem, ajudei ao Lairson e Sandra nas dublagens e pelo visto, conseguimos um bom resultado!
Eis o resultado…

Elenco:

Ygor Thiago - Direção, Edição e Vozes
Lairson Giesel - Vozes e Assistente de Direção
Sandra Vianna - Vozes

Brasil 2.0. Quando começa?

Quarta-feira, Março 25, 2009
posted by lairson 11:35 AM

A década de 2000 definitivamente ficará marcada pela explosão da sociedade em rede, pela enxurrada crescente de informação que, para não ser invasiva, deve ser sempre filtrada e pela transferência do poder de publicação de conteúdo, dos meios de comunicação tradicionais para as pessoas comuns. A Internet juntou as pessoas de uma forma ímpar, nunca antes vista, e torna cada vez mais vertical a forma de relacionamento entre as grandes empresas e seus consumidores e entre órgãos do poder publico e os cidadãos.

Dados do Ibope divulgados ontem (24/03) apontam 62,3 milhões de usuários de internet no Brasil, provando que o acesso a rede se torna cada vez mais presente na vida das famílias e que em breve teremos a maioria da população brasileira inserida digitalmente.

O resultado e as conseqüências disso tudo ninguém sabe ao certo, mas acredito que instituições antes tão conceituadas e hoje em declínio, como os partidos políticos, tendem a se reorganizar como instituições digitais, com forte presença online.

O ex-deputado Roberto Freire, presidente do Partido Popular Socialista, partido que já montou seu ambiente colaborativo na web,  já aponta há tempos em seus discursos para a necessidade de uma “nova organização partidária  preparada para o mundo novo em rede” a ser estruturada por meio das novas tecnologias de comunicação, que tem como plataforma a Internet.

De fato esse “mundo novo” já existe. As novas instituições já são digitais, formadas no grande ambiente social da web 2.0, organizadas por comunidades e nichos que decidem, cada vez mais formalmente, sobre tudo.

O evento da globalização nos dá a vantagem de que tudo que acontece no mundo acontece para todos, simultaneamente, e aqueles  países que tiverem maior capacidade de organizar suas sociedades em redes articuladas, em tese serão os mais prósperos e ricos.

Barack Obama, ao que parece, já percebeu isso e esta articulando uma grande rede de cidadãos americanos.

Quando é então que o Brasil 2.0 despertará ?

Vídeo Online? A gente já faz há muito tempo!

Terça-feira, Março 24, 2009
posted by Ygor 11:25 AM

Nove meses antes do mais conhecido site de vídeo online entrar no ar, Youtube, o VIDEOLOG já estava na ativa, inovando essa nova tendência que em pouco tempo depois, dominaria uma boa parte da internet.
Escolhemos o Videolog e abrimos um canal para um de nossos clientes, a FENAM.
FENAM TV em pouco mais de um mês com 116 vídeos, atingimos a média de 5723 visitas sem nenhuma divulgação, ultrapassando a FENAM TV no Youtube que possui há quase um ano.

videolog3

Edson Mackeenzy, como ele mesmo diz, “Não sei se sou o estagiário da empresa, ou o chefe. Sou o primeiro a chegar e último a sair.” nos concedeu uma entrevista, e para quem ainda tem dúvidas do poder do VIDEOLOG no futuro da Internet, poderá ver o trabalho de dedicação de uma equipe que está sempre disposta a crescer e levar nós, brasileiros, juntos.

RBW - 1 - Qual as novas tendências do Vídeo Online?
Mack diz: É difícil  apontar “tendências”. Sou um usuário de internet como todos, tudo o que tenho são opiniões. Foi assim há cinco anos, quando visualizamos - sem trocadilhos - que o vídeo seria o grande diferencial da web. Hoje o que acredito é em um fenômeno de decomposição. Um mesmo conteúdo fragmentado e linkado em diversas frentes, passivo de edição e modificações. Principalmente gerando benefícios aos envolvidos, como visibilidade e até grana.

RBW - 2 - Videolog terá alguma surpresa para 2009?
Mack diz: O Videolog sem surpresas não é o Videolog. Infelizmente não posso contar todas se não estraga a dita cuja. O que posso falar em primeira mão é que, após meses de negociação, o bom filho Bruno Dulcetti está voltando para onde nunca deveria ter saído. O mestre Dulça nos deixou em 2007 para dedicar todo o seu talento na Globo.com e agora é o novo Gerente de Projetos do Videolog. Um retorno muito comentado no twitter e principalmente no mercado. Não é fácil competir com a Globo.

RBW - 3 - Quais os principais recursos que o pioneirismo do Videolog nos fornece?
Mack diz: O Videolog possui um sistema de conversão que otimiza em 96,7% o peso do vídeo mantendo a mesma qualidade. Isso nos permitiu lançar em Fevereiro de 2008 vídeos em HD. Diariamente, nossa equipe estuda maneiras de tornar a permanência do usuário em nosso ambiente simples e atrativa sempre evidenciando o talento e a qualidade dos produtores de vídeo.

RBW - 4 - Existe alguma forma de pagamento ou premiação para os vídeos mais
assistidos ou de melhor qualidade técnica?
Mack diz: Os vídeos com mais qualidade são destacados pela equipe de conteúdo em nossa home. Eventualmente, promovemos concursos para incentivar a produção de conteúdos, como o Carnalog, que reuniu este ano centenas de correspondentes espontâneos em todo o país.

RBW - 5 - Fale um pouco sobre o Videolog.
Mack diz: O Videolog Inc é uma empresa de mídia e tecnologia especializada em pesquisar e desenvolver soluções para transmissão e compartilhamento de vídeo via IP. Estamos no mercado desde 2004 e hoje administramos dois produtos próprios: o portal www.videolog.tv que reúne a maior comunidade brasileira de produtores de vídeo e o Tivi.tv , um sistema que permite a qualquer pessoa criar e administrar de forma simples, intuitiva e clara uma TV corporativa e DigitalSignage.

Mario Soma, Inagaki Agência Pólvora, Beto Largman Jornalista do jornal O Globo, Fabio Lima, Bruno Dulcetti, Ariel Alexandre e Mack.

Mario Soma, Inagaki Agência Pólvora, Beto Largman Jornalista do jornal O Globo, Fabio Lima, Bruno Dulcetti, Ariel Alexandre e Mack.

Twitter:
Mack:  www.twitter.com/mackeenzy
Bruno: www.twitter.com/dulcetti

A Internet é democrática?

Quinta-feira, Março 19, 2009
posted by Junior 8:53 AM

acessoOnde? No Brasil? Na Europa? Independente de onde for, na minha opinião sim, é democrática. O que ainda não é democrático, o acesso. O que ainda não é democrático, nós, dentro da Internet.

Ontem, a B2BMagazine divulgou que o número de conexões banda larga no Brasil cresceu, em 2008, 45.9%, somando 9,83 milhões de conexões, cinco vírgula alguma coisa por cento de 193 milhões de habitantes. (fonte: Barômetro Cisco de Banda Larga)

Cinco vírgula alguma coisa por cento ? Isto é muito ou pouco ? Para mim é pouco! Muito pouco! Muito pouco mesmo! Caramba! É pouco demais…

A impressão que tenho, pode ser uma teoria pessoal de conspiração (Ver filme do Mel Gibson com a Julia Roberts), é que as grandes empresas de comunicação e tecnologia já estão anos luz em pesquisas, descobertas e serviços do que vemos de fato. Parece que elas vão despejando aos pouquinho no mercado, a conta-gotas, de acordo com seus interesses comerciais é claro. Novos produtos, novos serviços, lançamentos, coisas que já estão no porão de suas fábricas ou operadoras já a algum tempo, o suficiente para ganhar muito dinheiro, em um curto espaço de tempo.

E o governo sabe disso? Nessa minha teoria pessoal da conspiração sim, sabe. Compactua. Ahhhhhhhhhh Múlekeeeeeeeee…

Vamos lá gente! Pensem no próximo, ainda que seja virtual. Existe alguém querendo falar do outro lado e, no mínimo, ou, mais ou menos, 60 milhões de pessoas querendo ouvir (números de brasileiros que acessam a internet / fonte: IBGE e IBOPE Netratings). Wi-fi pública já! Inclusão digital é pouco, quero acesso!

E pra você, a Internet é democrática?

Curso Google Adwords - CANCELADO

Segunda-feira, Março 16, 2009
posted by rbw 11:18 AM

google1Infelizmente o curso de Google Adwords do dia 16 ao dia 20, em Brasília, foi cancelado. Não conseguimos fechar uma turma :( INACREDITÁVEL!!!

Ainda não encontramos o motivo, se o pessoal da capital ainda não descobriu o poder desta ótima ferramenta de publicidade online e de ter, profissionalmente, seu nome associado ao gigante da internet, o Google, ou se realmente vunca ouviram falar das funcionalidades do Adwords.

A primeira turma deste curso aqui em Brasília, encerrada ano passado, nos deu uma ótima impressão do vasto mercado existente na cidade e da grande quantidade de profissionais formados na área de publicidade, que poderiam agregar valor e desenvolver um diferencial interessante relacionado a demanda que se forma no dia a dia das grandes marcas.

Bom, estamos definindo a nova data para o curso com o pessoal de São Paulo (GOOBEC) e queremos desde já agradecer o interesse de alguns, futuros participantes, os quais serão os primeiros a receber novas informações da próxima turma que se formará. Aguardem!

Caso ainda não manifestou interesse e gostaria de participar do curso, por favor envie um e-mail para envio@rbw.com.br ou ligue pra gente no 61 3349-3039, falar com a Taihana.

Grande Abraço!

Walder Jr.

Acredite na Web #3

Quinta-feira, Março 12, 2009
posted by Junior 9:21 AM

acredite_na_web_n3Tirem seus cabos eleitorais das ruas e colocai-vos na internet!!! Outro dia um amigo, que será candidato em 2010, disse uma coisa que reflete muito bem os dias de hoje: “Se eu pedir para minha filha usar uma camiseta e um “bonézinho” com meu número ou com meu slogan ela não irá fazer, mas se for pra ela ficar na internet pedindo voto no msn para o papai… Ah! Isso ela faz com o maior prazer!”.

Você já imaginou que pode ter um exército de seus defensores, a postos, por enquanto silenciosos, mas treinados e preparados, com toda a informação estratégica necessária para rebater qualquer ataque, dúvida, crítica, seja lá o que for? Trabalhando sua imagem, coletando mais informações, identificando atores, influenciadores e formadores de opinião espalhados pela rede?

Você já imaginou pegar toda esta massa crítica, gerada coletivamente, deixar tudo isso pronto, e usá-la, sabiamente, quando chegar a hora da campanha? Saber o quê, quem e onde, exatamente, estão falando de você, da sua imagem, do seu estado ou da sua cidade? Isto é para poucos!

Pelo menos aqui no Brasil. Aqui, ainda não temos políticos, parlamentares, chefes de estado, os homens que fazem as leis, os homens que decidem o que é certo e o que é errado, com esta consciência “internética” formada. Homens que fazem tudo isto, sem ter o “DNA” daquilo o que realmente queremos. O “DNA” de nossos sentimentos, nossos problemas. O internauta brasileiro não, este vai bem, obrigado, como mostra o texto da B2B Magazine.

Saber utilizar a natureza viral e democrática da internet é para pessoas visionárias, que enxergam nela um verdadeiro campo, o mais fértil deles, de idéias, opiniões e demonstrações de sentimentos do que está bem, e do que está mal.

Suje menos as ruas! Leve a sua campanha para a internet e faça realmente a diferença com quem já anda fazendo a diferença. Os internautas. Os eleitores. Estes hiperconectados que conhecem muita gente e estão, neste momento, falando com muita gente.

Acredite na web!

Quinta-feira, Março 5, 2009
posted by rbw 4:27 PM

A rbw acaba de lançar a campanha “Acredite na web”.  O objetivo da campanha é educar, desmistificar e incentivar o uso da internet por políticos, parlamentares, candidatos e cidadãos. Mostrar onde e como todos podem usar a web para serem ouvidos, se organizarem, fortalecer a imagem e criar canais diretos de comunicação para dizer o que estamos fazendo ou o que outros estão fazendo por nós.

Publicaremos, semanalmente, posts com dicas, informações, casos de sucesso e tudo, ou quase tudo, o que pode ser feito para se preparar para as próximas eleições e utilizar ao máximo a natureza viral e democrática da internet. Aguarde… e Participe!

Crise, momento de acordar para o Meio Digital

Quinta-feira, Fevereiro 26, 2009
posted by Taci 9:46 PM

Fonte: web expo forum

Muitas empresas continuam, há mais de uma década, em um sono profundo investindo em comunicação e relacionamento da mesma forma como sempre fizeram. Elaboram campanhas que abordam apenas TV, mídia impressa, rádio e fundamentam os investimentos em medições estimadas, baseadas, geralmente, apenas no número de pessoas que podem ser impactadas.

Em muitos casos a empresa em questão participa de licitações e faz seleção de funcionários através da internet, utiliza e-mail como principal ferramenta de comunicação corporativa, VOIP para ligações telefônicas, videoconferência, e-learning para treinamentos, faz operações financeiras online, os vendedores lançam pedidos pelo celular ou pda’s, tem até intranet e blog corporativo. A maioria dos seus colaboradores participa dos 27% da população brasileira de internautas, alguns conseguiram seu emprego preenchendo o currículo pela internet, pesquisaram o carro que queriam comprar pela internet, acompanham as notas do curso de graduação pela web, compraram online no último natal e utilizam com freqüência formulários do serviço de atendimento ao cliente para relatar algum problema para empresas. Ou seja, a empresa toda possui meios digitais na sua operação, tecnologia não falta. No entanto, apesar da empresa estar tão ligada à tecnologia, seus líderes ainda não tiveram a percepção de que o meio digital pode ser excelente para operar e crescer.

Por conta disso, não o utiliza para comunicação e relacionamento e faz uso quase proibitivo deste meio, já que ainda existe um paradigma de continuar fazendo apenas o que sempre deu certo: publicidade em TV, rádio e mídia impressa. Quando esses empresários e líderes são abordados com o tema mídia digital, seu pensamento está restritamente associado à site, hotsite e talvez banners - desenvolvimentos ainda necessários, mas utilizados isoladamente por falta de opções, somente no início da internet, no século passado.

Esses profissionais têm vontade de fazer mídia social (redes sociais e blogs, por exemplo), atrair usuários de buscadores, desenvolver games, desenvolver campanhas totalmente integradas, mas falta incentivo de sua agência de publicidade e iniciativa para derrubar as barreiras internas. Eu, pessoalmente, gosto muito de comparar duas situações: uma empresa que apenas tem um site e outra que tem uma sobreloja em uma rua sem saída. em uma rua sem saída.

As pessoas irão procurar ambas as empresas somente quando e se tiverem interesse por elas e, ainda, se souberem exatamente seu endereço e como chegar, pois não há uma vitrine para divulgação ou tráfego de público em sua porta. Hoje há um consenso no mercado digital entre os profissionais especializados e empresas anunciantes de que não existe outra alternativa tão adequada para investimento em período de crise. O meio digital reúne uma série de requisitos essenciais, como: a precisão do target desejado; a medição precisa de retorno - que rastreia cada passo dado pelo e-consumidor, em tempo real, e até identifica quem ele é e qual o perfil de navegação -; os resultados naturalmente se tornam bases de estudo e pesquisa; caso haja algum problema ou possibilidade de melhoria, a campanha pode ser ajustada em algumas poucas horas; tem apelo inovador; suporta experiências e abre possibilidade para realização de testes com diversas versões do mesmo anúncio; permite o uso de tecnologias e plataformas já existentes, reduzindo custos e maximizando resultados; os investimentos podem ser realizados por performance; há a possibilidade de entreter os consumidores através da criação de plataformas de conteúdo com crescimento exponencial muito acima do planejado e, além de tudo isso, ainda é uma mídia barata, que cria patrimônio para a empresa, pois o que foi investido não é perdido.

Em períodos de crise, qualquer empresa sempre busca fortalecer o relacionamento com os clientes, reduzir despesas, conter gastos, maximizar resultados de vendas com o mínimo de investimento possível. Mas isso sempre foi assim no mundo capitalista? Não! Com a crise é necessário ter um controle maior dos investimentos. Se houver erro, é necessário corrigir rápido. Não há fôlego para apenas construir marcas e fortalecer relacionamento sem gerar resultados a curto prazo. É essencial saber qual foi o retorno gerado pelas ações com o devido custo e cálculo de ROI preciso, sem estimativas. O ponto de maior atenção é: até quando uma mídia com volume de crescimento tão grande e qualidades tão atrativas irá continuar tão barata? Para se ter uma idéia, neste ano, na Inglaterra, os investimentos em mídia digital já devem ser maiores do que em TV Aberta. Tendo em vista o crescimento do mercado e a qualidade de retorno obtido, julgo que esses investimentos não se manterão tão baixos por muito mais tempo. Infelizmente, o mercado digital brasileiro não tem conseguido crescer na mesma velocidade que a demanda. Acredito que este cenário tende a ficar muito mais complexo.

Hoje já existe grande dificuldade para qualquer empresa especializada no meio digital contratar profissionais. Geralmente ocorre a dança das cadeiras, com os mesmos profissionais passando pelas concorrentes. Em outros casos, as empresas buscam profissionais mais jovens e investem em formação. O mundo digital vem se estruturando e especializando muito rápido. Surgem diversas funções específicas e o ensino acadêmico não consegue acompanhar as inovações para formar novos colaboradores. Os profissionais que atuam no meio ainda recebem, em média, remunerações inferiores ao de outras áreas. Por exemplo, um analista de sistemas ou consultor de ERP tem remuneração até 80% mais alta quando comparada à de um profissional que desenvolve tecnologia para internet, assim como um criativo de uma agência tradicional em relação ao de digital.

Mas até quando isso irá se manter? Novamente, não por muito tempo. Ou as empresas buscam se posicionar rapidamente no meio digital, construindo as marcas e plataformas de relacionamento com o seu público, aproveitando o despertar da crise e a cobrança veemente por resultados ou, no futuro, pagarão muito mais caro pelo esforço necessário e por chegarem tão tarde, pois o velho modelo sozinho pode passar a não funcionar mais.

David Reck é empreendedor do meio digital, sócio fundador da agência Enken Comunicação Digital e responsável pelas contas de empresas como Citizen, Trakinas, Michelin, Trifil, Apae, Kraft Foods, entre outras no Brasil e exterior. Formado em Engenharia da Computação, Reck detém 18 certificações pela Microsoft, sendo um dos brasileiros mais jovens a receber tais qualificações. Aos 13 anos fundou a Sysop BBS (Bulletin Board System), antecessora da Internet. Atua no meio digital como profissional especializado desde 1998, com passagens por diversas áreas. Já liderou mais de 200 projetos com negócios, marketing e publicidade.