Archive for the ‘Web 2.0’ Category
Download de música é coisa do passado?
Você ainda compra CD? Essa foi a pergunta feita por um programa de notícias do canal MTV Brasil ontem (15/07). CD aparentemente virou coisa do passado. Mas segundo uma pesquisa apresentada no mesmo canal, mostrou que o download de música já virou coisa do passado.
Possível? Sim!
A pesquisa mostra que pessoas ao invés de procurar músicas pela internet estão ganhando tempo indo direto em sites de livestream. Estão escutando mais web rádios, listas online e sites de vídeo online.
As gravadoras gostaram dessa nova tendência e já está com o pensamento em investir.
No último dia (14), o grupo Ludov lançou em seu site oficial, o seu novo disco, “Caligrafia”. Só que foi de uma forma bastante diferente. A banda fez o lançamento em um show ao vivo transmitido pelo próprio site da banda. Além de promoções que envolvem redes sociais como Fotolog, Orkut, Facebook, Twitter, Flickr.
No Brasil existem mais de 850 webradios, e por mais que elas estejam em sites gringos, com uma internet mais veloz, as webradios brasileiras vem tomando o seu espaço e a gente fica na torcida.

10 anos para corrigir os rumos da campanha política online
Em 2010 completaremos 10 anos desde que as campanhas políticas foram previstas e reguladas pelo TSE. De lá pra cá, exceto pela última resolução, nunca tivemos um avanço tão significativo nos textos da proposta, como a que está sendo colocada em pauta na próxima semana, no Congresso Nacional. Caso seja aprovada, a próxima campanha online será muito mais interessante.
2000 - Internet prevista na resolução eleitoral
Muitos entusiastas que acreditavam no potencial da Internet como mídia de massa comemoraram quando, em 2000, pela primeira vez não só foi previsto o uso de sites de campanha como foi disponibilizado gratuitamente o domínio can.br para uso exclusivo na campanha. Pronto. O uso da Internet estava regulamentado em resolução eleitoral. Era o início de um sonho de que a rede poderia ser usada para debater idéias diretamente com eleitores, alinhando as necessidades da população às propostas de governo dos candidatos, de forma muito mais barata e eficiente, reduzindo ao máximo o desgaste que as campanhas eleitorais tradicionais causam aos candidatos e à população.
Naquele momento, por provável desconhecimento da ”nova forma de fazer campanha” a web foi encarada apenas como mais um meio de divulgação de campanha e usada de forma muito tímida pelos candidatos que insistiam na mídia tradicional - receita consagrada para garantir eleições numa época em que o financiamento de campanha era diretamente proporcional às chances de vitória nas urnas. Foram 590 domínios .can.br registrados em todo o País.
2004 - Web 2.0 promove ações de campanha fora do website oficial de campanha
Em 2004 alguns políticos já esboçavam suas primeiras experiências de campanha online fora dos limites “oficiais” de seus sites sem ser atormentados pela resolução eleitoral, já que a Justiça eleitoral não estava atenta à revolução da web colaborativa, popularizada no Brasil com o Orkut.
A partir daí, a Internet começava a ser melhor percebida. Candidatos desconectados sem site faziam releituras da resolução em busca de informações que pudessem desabonar as ações web de seus adversários.
O principal motivo de discórdia que me recordo era sobre a interpretação de alguns juízes eleitorais locais sobre a legislação, quando vetavam sites que não tinham obrigatoriamente o domínio “.can.br”. Questão que foi resolvida logo em 2006, quando ficou claro que era usar qualquer endereço web para ser o oficial do candidato, sendo o .can.br recomendado, mas não obrigatório. Mesmo assim, as regras eleitorais para a Web, seguiam as mesmas da TV.
2006 - a maioria dos candidatos com site, mas sem acreditar no real potencial da Internet
2006 foi o melhor que pudemos chegar, até hoje. Resolução bem montada, sem vetos à redes sociais e outros ambientes fora do site oficial e ótimo momento para acreditar que a web faria a diferença naquela eleição. Não fez.
Era difícil convencer os candidatos que um meio tão barato pudesse ser tão eficiente a ponto de fazer a diferença em relação aos candidatos.
A penetração da banda larga e da Internet nas classes D e E ainda eram tímidas apesar de crescentes e por mais que a grande maioria dos candidatos tivesse montado seu site de campanha todos encararam a web como “mais um meio de fazer campanha.”.
A promessa ficou para 2008.
2008 - Na contramão do mundo
2008 veio a grande decepção. Enquanto o mundo inteiro tendia para a sociedade em rede, web 2.0, transparência, etc, o TSE, órgão brasileiro responsável pela melhor tecnologia eleitoral do mundo, numa infeliz decisão que buscava claramente coibir o SPAM, acabou por vetar todo e qualquer tipo de propaganda eleitoral feita fora do ambiente oficial do candidato.
Enquanto Obama nadava de braçadas nos mares da web americana, crescendo com a mesma velocidade do twitter sobre seus adversários, quebrando recordes de arrecadação e consolidando a Internet como mídia de massa principal responsável por sua eleição, aqui no Brasil foi um verdadeiro desastre!
Com tamanha rigidez, a maioria dos candidatos, com medo de fazer propaganda irregular sequer instituíram seus sites oficias, desistindo de usar a Internet.
2010 - Correções de rumos
A eleição de Obama deve ter finalmente aberto os olhos do TSE. O texto da nova reforma eleitoral prevê o uso de redes sociais e arrecadação de campanha online, algo inédito e fantástico pois permitirá não só uma aproximação maior do candidato com a sociedade como potencializa o financiamento de campanha por pequenos doadores.
Se for aprovada, teremos uma campanha muito mais transparente, ecológica, democrática, auto-sustentável e barata.
A Internet pode enfim se consolidar como a mídia capaz de fazer a diferença numa eleição.
A democracia agradece!
Os Sem-Teto e a internet: Nem só de pão viverá o homem - de wi-fi também
Mesmo que tudo dê errado, caia um meteoro no meio de recife e a ordem mundial entre em colapso, não venda seu laptop - em época de recessão eterna, nunca se sabe o que pode acontecer, e não precisamos de especialista algum pra ressaltar o quanto a internet se tornou uma ferramenta básica de sobrevivência na nossa cultura. Inscrições, envio de documentos, consulta, notícias, enfim, o ponto é claro, óbvio, e já deixou de ser novidade há algum tempo. A par dos deveres e oportunidades da vida moderna, desconectado, mesmo num cenário apocalíptico, ninguém fica, e ainda não contei novidade.
Interessante foi saber que alguns países têm de fato estrutura para tal: nos EUA, com aproximadamente U$ 100, é possível adquirir um portátil e sair à procura de pontos de energia e rede wireless públicos, por quase preço nenhum, o que inclui no cenário virtual até mesmo pessoas desabrigadas e desempregadas, assim como Robert Livingston, de 49 anos, em São Francisco, que ganhou uma câmera digital de amigos e usa metade de sua renda mensal, inúmeras vezes menor do que um salário mínimo, para manter uma conta pro no flickr, e ali publicar o que ele vê nas ruas. Ao ser despejado de seu apartamento e sair do emprego de vigia noturno, Livingston ficou à mercê da crise e desde então não arranjou trabalho novamente. No entanto, ele manteve o laptop, a câmera e a noção de networking, e rende a São Francisco um relato único, íntimo da cidade e da vida que percorre as ruas:



This is Annette's block!




Vai-se o dinheiro, mas permanece o espírito inovador, baita lição. A tecnologia não mais é um pretexto para o consumismo.
Mais das lentes de Robert Livingston aqui
Mais casos de moradores de rua online nessa matéria
Mais sobre a comunidade virtual de moradores de rua nessa wiki
Nuvem carregada
A chamada virtualização, potencializada pela crescente melhoria de infra-estrutura da Internet e barateamento dos recursos computacionais continua sendo uma tendência.
Entretanto, nos últimos meses observou-se diversas falhas críticas que deixaram milhões de pessoas desconectadas. São usuários dos serviços google (gmail, gtalk, docs etc.), do skype, do twitter e de diversas outras facilidades gratuítas da rede que ficaram à deriva. Estas antes raras e agora cada vez mais frequentes falhas colocaram em questão mais uma vez a eficiência da rede, em um mundo cada vez mais dependente da Internet.
As empresas estão reagindo. O próprio twitter e alguns serviços do google como o Youtube tem anunciado manutenções periódicas com certa frequencia para manter a confiabilidade costumeira.
Do outro lado, empresas fabricantes de dispositivos de backup tomam o problema como oportunidade de negócio. Basta abrir os principais cadernos de jornais do Rio, São Paulo e Brasília que veremos que todas as dicas de como se proteger contra as falhas resultam basicamente em venda de HDs externos portáteis ou coisas do tipo.
A história toda serve para fazermos uma avaliação de qual a real importância da Internet como plataforma de trabalho. Há 5 anos, o impacto de falhas críticas desta natureza não seria tão grande quanto é hoje onde a rede já se torna algo tão importante quanto água, luz e telefone.
De bom, sabemos que haverá uma pressão natural para que seja dada cada vez mais atenção aos serviços de infra-estrutura da Internet em todo o mundo.
Vamos ficar de olho!
Acredite na Web #5
Ele quem? Ben Self, um dos responsáveis pelas ações de campanha na internet de nosso querido garoto propaganda RBW: OBAMA!
A entrevista com ele é bem interessante, mas muita coisa já é de conhecimento de várias agências que realizam este tipo de trabalho aqui no Brasil. O que me deixa INDIGNADO é a mentalidade de alguns “assessorezinhos” e “secretariozinhos” de comunicação de vários partidos e candidatos que ainda tomam suas decisões, aconselhando seus patrões, utilizando-se da velha e ridícula máxima do terceiro mundo, de que “bom é o que vem de fora, é o que dá certo!” sem sequer saber da infinidade de casos de sucesso de profissionais que trabalham duro e que realmente conhecem a realidade e o comportamento do internauta brasileiro. Não sou contra a troca de experiências, de tendências e de conhecimento. Sou contra a herança cultural do “não fazemos melhor”. Fazemos sim e vou além! Se qualquer agência especializada em ações de presença na web tivesse disponível a dinherama que os doadores do Obama despejaram em sua campanha, ela ganharia o prêmio “WRETZER” de Marketing Digital, se ele existisse (risos). Aproveitando a recuperação dos quadros de Portinari e de Tarsila do Amaral , um VIVA a ANTROPOFAGIA da semana de arte moderna de 21! O que vem de fora é bom, mas é diferente! Cabe a nós darmos o toque brasileiro.
Desculpem!
Pessoal!
Gostaria de pedir imensas desculpas pela falta de postagens em nosso site(blog). Estamos relativamente sem tempo para escrever textos de qualidade (pensar). Ocupados! Graças a Deusssssssssssssssssssss!
Brevemente retomaremos nossas postagens regulares.
Abs,
Acredite na Web #4
Yes we can!
A rbw defende a utilização, com cautela (formiguinhas, uni-vos!) e com ajuda especializada é claro, de todas a ferramentas de democracia direta na internet por candidatos pleiteando qualquer um dos cargos majoritários em disputa em 2010. Eleições 2010? Mas vocês já estão pensando nisso? SIM! E para provar o nosso comprometimento com a causa, acabamos de lançar o mais novo carimbo “Acredite na Web” com o nosso garoto propaganda favorito. Confiram! Vai ser um sucesso!!!


Confusões na Tuitosfera!
por Ygor Thiago
Olá pessoal! Tudo bom?
Marcelo Tas pediu e fizemos um pouco além! =)
Fizemos a versão dublada de Twouble with Twitters - Dublado. ( Confusões na Twittosfera)
Em menos de 24 horas, dublados dublamos, editamos e postamos o vídeo nos ambientes: Videolog e Youtube.
Com a minha experiência com Fandublagem, ajudei ao Lairson e Sandra nas dublagens e pelo visto, conseguimos um bom resultado!
Eis o resultado…
Elenco:
Ygor Thiago - Direção, Edição e Vozes
Lairson Giesel - Vozes e Assistente de Direção
Sandra Vianna - Vozes
Brasil 2.0. Quando começa?
A década de 2000 definitivamente ficará marcada pela explosão da sociedade em rede, pela enxurrada crescente de informação que, para não ser invasiva, deve ser sempre filtrada e pela transferência do poder de publicação de conteúdo, dos meios de comunicação tradicionais para as pessoas comuns. A Internet juntou as pessoas de uma forma ímpar, nunca antes vista, e torna cada vez mais vertical a forma de relacionamento entre as grandes empresas e seus consumidores e entre órgãos do poder publico e os cidadãos.
Dados do Ibope divulgados ontem (24/03) apontam 62,3 milhões de usuários de internet no Brasil, provando que o acesso a rede se torna cada vez mais presente na vida das famílias e que em breve teremos a maioria da população brasileira inserida digitalmente.
O resultado e as conseqüências disso tudo ninguém sabe ao certo, mas acredito que instituições antes tão conceituadas e hoje em declínio, como os partidos políticos, tendem a se reorganizar como instituições digitais, com forte presença online.
O ex-deputado Roberto Freire, presidente do Partido Popular Socialista, partido que já montou seu ambiente colaborativo na web, já aponta há tempos em seus discursos para a necessidade de uma “nova organização partidária preparada para o mundo novo em rede” a ser estruturada por meio das novas tecnologias de comunicação, que tem como plataforma a Internet.
De fato esse “mundo novo” já existe. As novas instituições já são digitais, formadas no grande ambiente social da web 2.0, organizadas por comunidades e nichos que decidem, cada vez mais formalmente, sobre tudo.
O evento da globalização nos dá a vantagem de que tudo que acontece no mundo acontece para todos, simultaneamente, e aqueles países que tiverem maior capacidade de organizar suas sociedades em redes articuladas, em tese serão os mais prósperos e ricos.
Barack Obama, ao que parece, já percebeu isso e esta articulando uma grande rede de cidadãos americanos.
Quando é então que o Brasil 2.0 despertará ?



