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A fênix azul

Quarta-feira, Junho 17, 2009
posted by Marcos 1:53 PM

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Twitter. Esse é o nome do passarinho azul que virou uma fênix, que não ressurgiu das cinzas, mas queima tudo o que há pelo caminho, com vanguarda e informação em tempo real para todos. São 140 caracteres de conteúdo rápido, atual, objetivo e muitas vezes exclusivo. Vamos aos fatos.

Hoje, estima-se que o microblog tenha cerca de 32 milhões de usuários no mundo e se continuar crescendo exponencialmente o número deve chegar à casa dos 100 milhões até o fim do ano.

Uma pesquisa elaborada pela Sysomos Inc. mostrou que:

•    72,5% dos usuários aderiram ao twitter nos primeiros cinco meses de 2009;
•    85,3% dos usuários postam menos que um update/dia;
•    21% dos usuários nunca fizeram uma publicação;
•    93,6% dos twitteiros têm menos de 100 seguidores;
•    5% dos usuários representam 75% de toda a atividade do sistema;
•    Nova Iorque é o local que tem o maior número de twitteiros;
•    Mais de 50% de todas as atualizações são feitas a partir de ferramentas/programas;
•    O TweetDeck é o programa mais popular, alcançando 19,7% das pessoas;
•    53% do universo Twitter é representado por mulheres e 47% por homens; e
•    O Brasil é o quinto país no ranking de usuários.

Fonte: Twitter Brasil

Temos questões ainda mais profundas. Por exemplo, o exército americano liberou o uso do twitter para os soldados, que criaram o perfil @usarmy com quase 9 mil seguidores. Eles divulgam estratégias, ações e campanhas. O próprio exército americano acredita que a ferramenta possa ajudar a população “acreditar e aceitar” as operações além, é claro, a transparência nas incursões.

A Ferramenta ainda é utilizada para garantir a liberdade de expressão política. Nas eleições no Irã, o governo bloqueou diversos sites com conteúdo oposicionista, mas a população encontrou no twitter uma alternativa para pulverizar as informações sobre as eleições. Os oposicionistas afirmar que houve fraude na contagem de votos e pedem uma recontagem. Além de conseguirem articular um protesto (o qual a imprensa internacional foi proibida de acompanhar e só teve acesso por imagens feitas pela própria população), eles debatem a política e temas sobre a liberdade do povo iraniano (que tange vários aspectos culturais arraigados na história do país). Para se ter idéia da magnitude do evento, a manutenção do site (marcada para o último dia 15) foi adiada para os iranianos não ficarem o “escuro” durante os protestos. Mais informações em tempo real do que acontece no Irã, basta seguir @mousavi1388 (que se identifica como o candidato Mir Houssein Mousavi, vencido nas eleições locais).

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Mir Houssein Mousavi, canditado da oposição nas eleições no Irã

Um dos romances mais complexos da história da literatura mundial, Ulisses, do escrito irlandês, James Joyce, teve seu décimo capítulo em 140 caracteres. No dia da comemoração do livro, dublinenses fãs do livro adaptaram o capítulo de acordo com suas atividades diárias.

Se ele soubesse onde iria parar Ulisses...

Se ele soubesse onde iria parar Ulisses...

Por incrível que pareça a fênix azul pode ressurgir das cinzas, pois por mais clichê que pareça, até o microblog tem um apocalipse previsto; o Twitpocalypse, que conta regressivamente até o momento do grande “boom”.

Twitter #fail?

Twitter #fail?

Segundo especialistas (e também alguns nerds e malucos de plantão) o apocalipse do passadinho azul seria um erro fatal no número de identificação de posts (de twitts no caso) suportado pelo banco de dados do site. Atualmente, a taxa média é de 186 posts por segundo. O grande boom está previsto para o pequeno e singelo número de 2.147.483.647 de twitts, quando este for ultrapassado, a tendência dos aplicativos que usam o API do twitter é não funcionar corretamente.

Voe junto com ele...

Voe junto com ele...

Para quem é adepto do microblog, uns minutos longe dele significa uma “eternidade” de informações perdidas. O mais complicado é ler os twitts atrasados. De fato, o twitter vicia e estimula seus usuários para “twittar” tudo, do dia-a-dia às acepções pessoais, de cultura inútil até a formação política.

Desculpem!

Terça-feira, Abril 14, 2009
posted by Junior 5:37 PM

msnPessoal!

Gostaria de pedir imensas desculpas pela falta de postagens em nosso site(blog). Estamos relativamente sem tempo para escrever textos de qualidade (pensar). Ocupados! Graças a Deusssssssssssssssssssss!

Brevemente retomaremos nossas postagens regulares.

Abs,

Brasil 2.0. Quando começa?

Quarta-feira, Março 25, 2009
posted by lairson 11:35 AM

A década de 2000 definitivamente ficará marcada pela explosão da sociedade em rede, pela enxurrada crescente de informação que, para não ser invasiva, deve ser sempre filtrada e pela transferência do poder de publicação de conteúdo, dos meios de comunicação tradicionais para as pessoas comuns. A Internet juntou as pessoas de uma forma ímpar, nunca antes vista, e torna cada vez mais vertical a forma de relacionamento entre as grandes empresas e seus consumidores e entre órgãos do poder publico e os cidadãos.

Dados do Ibope divulgados ontem (24/03) apontam 62,3 milhões de usuários de internet no Brasil, provando que o acesso a rede se torna cada vez mais presente na vida das famílias e que em breve teremos a maioria da população brasileira inserida digitalmente.

O resultado e as conseqüências disso tudo ninguém sabe ao certo, mas acredito que instituições antes tão conceituadas e hoje em declínio, como os partidos políticos, tendem a se reorganizar como instituições digitais, com forte presença online.

O ex-deputado Roberto Freire, presidente do Partido Popular Socialista, partido que já montou seu ambiente colaborativo na web,  já aponta há tempos em seus discursos para a necessidade de uma “nova organização partidária  preparada para o mundo novo em rede” a ser estruturada por meio das novas tecnologias de comunicação, que tem como plataforma a Internet.

De fato esse “mundo novo” já existe. As novas instituições já são digitais, formadas no grande ambiente social da web 2.0, organizadas por comunidades e nichos que decidem, cada vez mais formalmente, sobre tudo.

O evento da globalização nos dá a vantagem de que tudo que acontece no mundo acontece para todos, simultaneamente, e aqueles  países que tiverem maior capacidade de organizar suas sociedades em redes articuladas, em tese serão os mais prósperos e ricos.

Barack Obama, ao que parece, já percebeu isso e esta articulando uma grande rede de cidadãos americanos.

Quando é então que o Brasil 2.0 despertará ?

10 motivos para sua empresa não ter medo de aderir às redes sociais

Terça-feira, Março 17, 2009
posted by Taci 2:47 PM

Divulgado no Blog A Quinta Onda, do Mauro Segura, da IBM Brasil, este post é importante para entendermos o impacto das redes sociais nas empresas, além de dar 10 dicas importantíssimas sobre a relação das redes sociais e sua empresa. 

 

Confira aí as dicas de Mauro Segura:

 

1-       ACESSO FÁCIL E RÁPIDO AO CONHECIMENTO 

Uma rede social permite aos usuários listar suas habilidades, experiências e capacidades. Esse conhecimento distribuído dentro da empresa é mais facilmente localizado, favorecendo imensamente as organizações globais e multidivisionais onde o conhecimento está disperso e escondido pela hierarquia complexa.

 

2- O SER HUMANO ADORA REDE SOCIAL

Os brasileiros adoram conversar. Somos campeões de Orkut, de acesso à internet e na utilização de mídias sociais virtuais. Portanto, os funcionários das empresas já usam e abusam das redes sociais em suas casas. Eles adoram isso, chegam em casa e já vão direto para o computador acessar suas redes e seus contatos para trocar idéias. Por que não trazer esse hábito já existente para dentro da empresa?

 

3- A INOVAÇÃO APARECE

O ambiente aberto e colaborativo permite às pessoas, independentemente de suas posições dentro da empresa, expor suas idéias, feedback e comentários, que por mais aleatórios que possam parecer, certamente oferecerão um ponto de vista diferente do que o comando da empresa está acostumado. Muitas empresas delegam a “tal” da inovação ao “departamento de pesquisa e desenvolvimento” quando, na verdade, a inovação está em cada funcionário da empresa, dispersa e desconhecida.

 

4- QUEBRA DA BARREIRA GEOGRÁFICA

Uma rede social virtual permite o relacionamento de pessoas que estão distantes fisicamente, em locais com fusos horários distintos e idiomas diversos. Essa característica é particularmente importante para as empresas globais. A introdução de uma rede social num ambiente de trabalho como esse traz vantagens significativas.

 

5- QUEBRA DA BARREIRA HIERÁRQUICA

Uma rede social bem implementada permite a expansão dos relacionamentos de pessoas de diferentes departamentos internos, onde muitas vezes a organização hierárquica formal se transforma numa barreira. Conhecer e se relacionar com pessoas de outras estruturas organizacionais é uma dificuldade nas empresas, tal situação inibe a criação de times multifuncionais que é o modelo cada vez mais praticado pelas organizações modernas. Em resumo, a rede social quebra barreiras e aproxima pessoas.

 

6- COMUNICAÇÃO DIRETA SEM INTERMEDIÁRIOS

Uma rede social estabelece um canal de diálogo direto entre comandantes e comandados, sem intermediários. É chance do presidente e do time executivo estabelecerem contato com os funcionários, sentir o clima da tropa e descobrir o que anda sendo conversado nos cafezinhos.

 

7- IDENTIDADE PESSOAL

A rede social permite que o funcionário crie a sua marca, a sua identidade e como ele deseja ser conhecido na empresa. Essa identidade pessoal pode ser criada a partir das próprias atividades que o funcionário exerce na rede social, pelos seus relacionamentos e pela sua capacidade de expor seu conhecimento, idéias e propostas.

 

8- REFERÊNCIAS

Uma rede colaborativa é pródiga em referências e testemunhos, o que é muito útil no dia a dia das empresas. Aliás, em todos os trabalhos que vivi, a identificação de referências sempre foi uma dificuldade muito grande. Uma rede social facilita essa exposição e até incentiva o compartilhamento de experiências. E fica lá tudinho registrado.

 

9- POLÍTICA DE PORTAS ABERTAS

A implementação de redes sociais nas empresas é sinônimo de transparência e portas abertas. As pessoas gostam e precisam disso. Essa liberdade é valorizada nos dias atuais, especialmente pela geração Y que considera essencial viver e trabalhar num ambiente com facilidades de troca de idéias e opiniões.

 

10- TECNOLOGIA SIMPLES E FÁCIL 

Já passou o tempo em que a implementação de uma rede social era coisa complicada. Agora qualquer empresa pode fazer uso de ferramentas como o Blogger ou o Ning para implementar uma rede. E de graça. Qualquer pessoa sem experiência consegue fazer isso sem dificuldade. E não tem exigência de plataformas de tecnologia de hardware e software sofisticadas. Enfim, a tecnologia não é mais desculpa.

 

 

 

E Mauro ainda acrescenta…

 

Minha experiência na IBM mostra claramente que as redes sociais trazem mais produtividade e inovação para empresa, além de mais satisfação e desenvolvimento para os funcionários. Para as empresas que trabalham com times remotos e/ou multifuncionais, não existe nada melhor do que uma solução de rede social. Ela se torna ainda mais especial se tais times estão localizados em locais diferentes, com diferenças de fuso horário e até culturas diferentes. Nesse cenário, a rede social é imbatível como ferramenta de colaboração pois se transforma numa sala de reunião virtual ligada 24hs por dia, democrática e colaborativa. Todas as conversas e interações ficam registradas. Ninguém perde nada.

 

 

A implementação de redes sociais nas empresas vai intensificar a colaboração e os relacionamentos que já existem dentro das empresas, afinal o compartilhamento de opiniões, idéias e percepções já acontece diariamente nos corredores e “cafezinhos” das empresas. Ou seja, as pessoas falam e se relacionam minuto a minuto durante o trabalho, portanto a colaboração entre elas já existe. A questão é que, na maioria das vezes, esses momentos de colaboração não ficam registrados em lugar nenhum. Muitas idéias e conceitos inovadores ficam pedidos nos “corredores da vida” das empresas. Uma rede social poderia permitir o registro e continuidade de muitas dessas idéias, comentários e percepções. Por trás disso tudo tem o medo das empresas perderem o controle da informação.

 

 

E se tudo que foi dito não basta, fique sabendo que o seu concorrente já está fazendo isso. Você vai deixar ele passar a sua frente?

BLOG: para quê tê-los?

Quarta-feira, Março 11, 2009
posted by Taci 2:36 PM

Os blogs possibilitam hoje que todos saiam da inércia de seus pensamentos e expandam suas idéias e teorias. Ter um blog hoje é ter um espaço de comunicação infinito, é ter a possibilidade de expressar sua opinião, de discordar de alguma ideologia política, de contribuir para a difusão de informações, entre outras.

 

Para Alex Primo, professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação da UFRGS e pesquisador do CNPq, diz que os blogs são os maiores fenômenos da comunicação. Primo também acredita que os blogs tenham a mesma importância no século XXI que a televisão teve no século XX. “Qualquer pessoa que tenha o mínimo de conhecimento na internet pode escrever, se expressar. E mesmo aquelas pessoas que não queiram ter seus próprios blogs elas podem se expressar comunicar nas janelas e nos espaços de comentários. Isso dá uma força muito grande para o espaço publico e isso em todas as áreas. Aquelas pessoas que estão buscando informações na internet, elas não estão apenas captando estes dados, elas estão também questionando, perguntando, querendo saber mais e discordando. O aspecto de poder discordar, de poder mostrar outros pontos de vista é uma grande mudança na estrutura midiática, porque até então, a rádio, a televisão, e os jornais, apesar de poderem receber cartas, era uma participação muito pequena,” comentou Primo que atualmente pesquisa gêneros e interações em blogs e conversações online.

 

De acordo com o livro “Blog, entenda a revolução que vai mudar seu mundo”, de Hugh Hewitt, o primeiro blog foi criado em 1999. Em 2004, já eram mais de 4 milhões. Atualmente, um novo blog é criado a cada 7,4 segundos. O que isso significa? Significa que a Blogosfera tem se tornado a mídia mais procurada e acessada nos últimos tempos.

 

O leitor busca por notícias frescas, atuais. Diferente dos sites de notícias, que passam por uma peneira do que deve e do que não deve ser publicado, os blogs retratam o que querem e da maneira que querem. A liberdade de comunicação não está mais atrelada apenas aos meios de comunicação. Na blogosfera o público é o editor: Se algo merece ser lido, vai ser lido!

 

Toda empresa precisa de um blog, afinal, é para ele que o público está se transferindo.  E sua empresa, já pensou na idéia e nas vantagens de ter um blog?

 

Lembre-se: O furacão pode nunca acontecer, mas se chegar você ficará feliz por estar preparado.

Jornalistas sempre tiveram a necessidade de estarem sempre atualizados sobre tudo e todos. Com a evolução tecnológica, não poderia ser diferente. Mas o jornalismo online vai muito além de estar preparado para novos cenários de trabalho, na rapidez da apuração das matérias e no uso de uma nova linguagem mais clara e menos formal.

O jornalista online, precisa estar e dominar os ambientes da Web 2.0: seus novos instrumentos de trabalho, mais especificamente, os blogs e o twitter.

Edney Souza, também conhecido como “Interney”, criou seu primeiro blog para prestar consultoria aos seus amigos, hoje é nacionalmente conhecido pelo seu sucesso “blogueiro”. Dono da Pólvora Comunicação, Interney, em entrevista exclusiva à RBW, falou sobre a explosão blogueira, dos blogs como ferramenta de trabalho e explicou como um jornalista pode ser um bom blogueiro.

Não sabe o que é web 2.0? Não conhece o twitter? Não sabe como blogs podem ser difusores de informação? Então se prepare: assista ao vídeo, produzido por nós, e saiba por que estas ferramentas devem fazer parte do seu ambiente de trabalho.

Acredite na Web #1

Segunda-feira, Março 9, 2009
posted by Sandrinha 3:58 PM

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Os números de OBAMA dentro das redes sociais.

Você já deve ter lido milhões de matérias sobre o Obama por ai. Hoje resolvi mostrar um pouco do Obama em números dentro das redes sociais. Fiquei “embasbacada” e tenho certeza que assim como eu, você não tem ou não tinha noção desses números.

Obama em 2008 tinha 130 mil seguidores no Twitter, 14 milhões de visualizações em apenas um vídeo de sua campanha no Youtube, 2,3 milhões de membros no FaceBook e simplesmente 3,1 milhões de doadores.

O segredo desses números?

Mais uma vez eu bato na tecla que você tem que estar onde as pessoas estão e não onde você quer que elas estejam.  Obama estava presente em 16 diferentes ambientes da web como o Youtube, Facebook, Twitter, Flickr, Myspace entre outros. A internet foi a grande responsável por 87% de toda arrecadação da campanha de Obama. Apenas em setembro do ano passado foram arrecadados U$ 100 milhões e 93% desses doadores cooperaram com menos de 100US$.

A maioria dos ambientes trabalhados pela equipe de Obama tinha a possibilidade de interação com seu público. Existia estimulo e empolgação. A dinâmica diferente de cada ambiente foi muito bem explorada por sua equipe.  Havia por trás desses ambientes pessoas dando todo suporte necessário. Tudo foi bem pensado. Cada ambiente foi estudado e planejado.

Obama foi um grande sucesso dentro das redes sociais. Um fenômeno intrigante que nos faz pensar e muito do quando a web é capaz de mobilizar milhões de pessoas.

ACREDITE NA WEB!

NÓS SABEMOS DO QUE ELA É CAPAZ!

O que você ainda faz fora de uma rede social?

Quarta-feira, Março 4, 2009
posted by Sandrinha 11:58 AM

Você acha que as pessoas que participam do Orkut, do FaceBook, do MySpace e de outras redes sociais só estão lá porque querem encontrar alguém que há muito tempo não viam ou porque são um bando de gente desocupada sem ter o que fazer???

Você sabe o que é uma rede social? Será que você tem a noção de quantas possibilidades de negócios existem dentro de uma rede social?

A meu ver e de forma bem sucinta, rede social é um conjunto de pessoas que possuem algum interesse em comum. Hoje em dia tem rede social pra tudo!

Quer achar um profissional competente pra trabalhar na sua empresa? Acessa o Linkedin que garanto que lá você acha um. Gostaria que sua banda musical ficasse conhecida? No MySpace você terá grandes chances que isso aconteça.

A rede de restaurantes Burger King lançou em janeiro desse ano um aplicativo (Whopper Sacrifice) dentro do FaceBook onde você “sacrificava” 10 amigos da sua lista de contatos para ganhar um cupom de Whopper grátis. Os “amigos” sacrificados recebiam uma notificação avisando que foram dispensados por causa de um hambúrguer. Olha que sacada de mestre do Burguer King! O aplicativo viralizou geral!

O Boticário é uma empresa que monitora dentro da web o que as pessoas estão “dizendo” por ai a seu respeito. Exemplo disso foi o contato estabelecido com uma consumidora após a criação de uma comunidade no Orkut de um perfume que havia saído de linha. A consumidora ficou tão satisfeita com a atenção dada pela empresa que postou a resposta publicamente na comunidade, elogiando a iniciativa.

O grande trunfo de hoje em minha opinião é ir onde o cliente está, é estar onde a grande maioria está. E essa grande maioria está na web, dizendo milhões de coisas a respeito do seu produto, da sua empresa, do atendimento que lhe foi dado e passando isso adiante, para mais outros milhões e milhões de pessoas.

Depois disso tudo você ainda resiste em ficar fora dessa??? A rbw entrevistou Manoel Lemos, fundador do BlogBlogs, que esclarece mais sobre o assunto. Espero que gostem!

Crise, momento de acordar para o Meio Digital

Quinta-feira, Fevereiro 26, 2009
posted by Taci 9:46 PM

Fonte: web expo forum

Muitas empresas continuam, há mais de uma década, em um sono profundo investindo em comunicação e relacionamento da mesma forma como sempre fizeram. Elaboram campanhas que abordam apenas TV, mídia impressa, rádio e fundamentam os investimentos em medições estimadas, baseadas, geralmente, apenas no número de pessoas que podem ser impactadas.

Em muitos casos a empresa em questão participa de licitações e faz seleção de funcionários através da internet, utiliza e-mail como principal ferramenta de comunicação corporativa, VOIP para ligações telefônicas, videoconferência, e-learning para treinamentos, faz operações financeiras online, os vendedores lançam pedidos pelo celular ou pda’s, tem até intranet e blog corporativo. A maioria dos seus colaboradores participa dos 27% da população brasileira de internautas, alguns conseguiram seu emprego preenchendo o currículo pela internet, pesquisaram o carro que queriam comprar pela internet, acompanham as notas do curso de graduação pela web, compraram online no último natal e utilizam com freqüência formulários do serviço de atendimento ao cliente para relatar algum problema para empresas. Ou seja, a empresa toda possui meios digitais na sua operação, tecnologia não falta. No entanto, apesar da empresa estar tão ligada à tecnologia, seus líderes ainda não tiveram a percepção de que o meio digital pode ser excelente para operar e crescer.

Por conta disso, não o utiliza para comunicação e relacionamento e faz uso quase proibitivo deste meio, já que ainda existe um paradigma de continuar fazendo apenas o que sempre deu certo: publicidade em TV, rádio e mídia impressa. Quando esses empresários e líderes são abordados com o tema mídia digital, seu pensamento está restritamente associado à site, hotsite e talvez banners - desenvolvimentos ainda necessários, mas utilizados isoladamente por falta de opções, somente no início da internet, no século passado.

Esses profissionais têm vontade de fazer mídia social (redes sociais e blogs, por exemplo), atrair usuários de buscadores, desenvolver games, desenvolver campanhas totalmente integradas, mas falta incentivo de sua agência de publicidade e iniciativa para derrubar as barreiras internas. Eu, pessoalmente, gosto muito de comparar duas situações: uma empresa que apenas tem um site e outra que tem uma sobreloja em uma rua sem saída. em uma rua sem saída.

As pessoas irão procurar ambas as empresas somente quando e se tiverem interesse por elas e, ainda, se souberem exatamente seu endereço e como chegar, pois não há uma vitrine para divulgação ou tráfego de público em sua porta. Hoje há um consenso no mercado digital entre os profissionais especializados e empresas anunciantes de que não existe outra alternativa tão adequada para investimento em período de crise. O meio digital reúne uma série de requisitos essenciais, como: a precisão do target desejado; a medição precisa de retorno - que rastreia cada passo dado pelo e-consumidor, em tempo real, e até identifica quem ele é e qual o perfil de navegação -; os resultados naturalmente se tornam bases de estudo e pesquisa; caso haja algum problema ou possibilidade de melhoria, a campanha pode ser ajustada em algumas poucas horas; tem apelo inovador; suporta experiências e abre possibilidade para realização de testes com diversas versões do mesmo anúncio; permite o uso de tecnologias e plataformas já existentes, reduzindo custos e maximizando resultados; os investimentos podem ser realizados por performance; há a possibilidade de entreter os consumidores através da criação de plataformas de conteúdo com crescimento exponencial muito acima do planejado e, além de tudo isso, ainda é uma mídia barata, que cria patrimônio para a empresa, pois o que foi investido não é perdido.

Em períodos de crise, qualquer empresa sempre busca fortalecer o relacionamento com os clientes, reduzir despesas, conter gastos, maximizar resultados de vendas com o mínimo de investimento possível. Mas isso sempre foi assim no mundo capitalista? Não! Com a crise é necessário ter um controle maior dos investimentos. Se houver erro, é necessário corrigir rápido. Não há fôlego para apenas construir marcas e fortalecer relacionamento sem gerar resultados a curto prazo. É essencial saber qual foi o retorno gerado pelas ações com o devido custo e cálculo de ROI preciso, sem estimativas. O ponto de maior atenção é: até quando uma mídia com volume de crescimento tão grande e qualidades tão atrativas irá continuar tão barata? Para se ter uma idéia, neste ano, na Inglaterra, os investimentos em mídia digital já devem ser maiores do que em TV Aberta. Tendo em vista o crescimento do mercado e a qualidade de retorno obtido, julgo que esses investimentos não se manterão tão baixos por muito mais tempo. Infelizmente, o mercado digital brasileiro não tem conseguido crescer na mesma velocidade que a demanda. Acredito que este cenário tende a ficar muito mais complexo.

Hoje já existe grande dificuldade para qualquer empresa especializada no meio digital contratar profissionais. Geralmente ocorre a dança das cadeiras, com os mesmos profissionais passando pelas concorrentes. Em outros casos, as empresas buscam profissionais mais jovens e investem em formação. O mundo digital vem se estruturando e especializando muito rápido. Surgem diversas funções específicas e o ensino acadêmico não consegue acompanhar as inovações para formar novos colaboradores. Os profissionais que atuam no meio ainda recebem, em média, remunerações inferiores ao de outras áreas. Por exemplo, um analista de sistemas ou consultor de ERP tem remuneração até 80% mais alta quando comparada à de um profissional que desenvolve tecnologia para internet, assim como um criativo de uma agência tradicional em relação ao de digital.

Mas até quando isso irá se manter? Novamente, não por muito tempo. Ou as empresas buscam se posicionar rapidamente no meio digital, construindo as marcas e plataformas de relacionamento com o seu público, aproveitando o despertar da crise e a cobrança veemente por resultados ou, no futuro, pagarão muito mais caro pelo esforço necessário e por chegarem tão tarde, pois o velho modelo sozinho pode passar a não funcionar mais.

David Reck é empreendedor do meio digital, sócio fundador da agência Enken Comunicação Digital e responsável pelas contas de empresas como Citizen, Trakinas, Michelin, Trifil, Apae, Kraft Foods, entre outras no Brasil e exterior. Formado em Engenharia da Computação, Reck detém 18 certificações pela Microsoft, sendo um dos brasileiros mais jovens a receber tais qualificações. Aos 13 anos fundou a Sysop BBS (Bulletin Board System), antecessora da Internet. Atua no meio digital como profissional especializado desde 1998, com passagens por diversas áreas. Já liderou mais de 200 projetos com negócios, marketing e publicidade.